CR 20028 - DECISAO
Os argumentos da Defensoria Pública da União não prosperaram; a intimação inicial destinou-se apenas à ciência da distribuição do pedido de cooperação e não impediu a análise do pedido. Não se comprovou que a carta rogatória ofenda a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana ou a ordem pública. Assim, com fundamento nos arts. 216-O e 216-P do RISTJ, foi concedido o exequatur, e os autos foram remetidos à Justiça Federal competente, nos termos do art. 216-V do RISTJ, para cumprimento da diligência, com determinação de prazo e providências para localização dos interessados.
- Parties
- Justiça Requerente (autoridade Estrangeira): Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal - Juízo Local Criminal de Setúbal - Juiz 4; Requerido/condenado: PEDRO MIGUEL DE OLIVEIRA GONÇALVES; Curadora Especial (opositora Ao Exequatur): Defensoria Pública da União; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 April 2025
- Procedural Posture
- Carta Rogatória (cooperação Judiciária Internacional) / Decisão Concessória De Exequatur
- Outcome
- Exequatur concedido.
- Legal Topics
- Carta Rogatória, Exequatur, Notificação, Soberania Nacional, Dignidade Da Pessoa Humana, Ordem Pública, Remessa À Justiça Federal
Case Brief
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Parties
Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal - Juízo Local Criminal de Setúbal - Juiz 4
Justiça Requerente (autoridade Estrangeira)
PEDRO MIGUEL DE OLIVEIRA GONÇALVES
Requerido/condenado
Defensoria Pública da União
Curadora Especial (opositora Ao Exequatur)
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Carta Rogatória (cooperação Judiciária Internacional) / Decisão Concessória De Exequatur
Legal Issues
- 1 concessão do exequatur
- 2 possível ofensa à soberania nacional
- 3 proteção da dignidade da pessoa humana e da ordem pública
Ratio Decidendi
Os argumentos da Defensoria Pública da União não prosperaram; a intimação inicial destinou-se apenas à ciência da distribuição do pedido de cooperação e não impediu a análise do pedido. Não se comprovou que a carta rogatória ofenda a soberania nacional, a dignidade da pessoa humana ou a ordem pública. Assim, com fundamento nos arts. 216-O e 216-P do RISTJ, foi concedido o exequatur, e os autos foram remetidos à Justiça Federal competente, nos termos do art. 216-V do RISTJ, para cumprimento da diligência, com determinação de prazo e providências para localização dos interessados.
Court Disposition
Exequatur concedido.
Orders
- Concedo o exequatur.
- Remeta-se a comissão à Justiça Federal, Seção Judiciária do Estado de São Paulo e Seção Judiciária do Estado de Goiás, para as providências cabíveis.
Full Case Text
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