HC 958103 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus porque se trata de writ substitutivo de recurso próprio após trânsito em julgado, não havendo flagrante ilegalidade; a intimação da sentença foi válida por ter sido efetuada na pessoa da advogada constituída ou por edital conforme art. 392 do CPP; e a condenação encontra-se lastreada em robusto conjunto probatório (depoimento da vítima, interceptação telefônica, reconhecimento por voz, posse da res furtiva), de modo que seria necessário revolver matéria fático-probatória para reformar a decisão, o que é inviável na via estreita do habeas corpus.
- Parties
- Paciente: ADENILSON SOARES DOS SANTOS; Órgão Julgador: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 29 November 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
- Legal Topics
- Cerceamento De Defesa, Intimação Da Sentença, Reconhecimento Por Voz/identificação, Trânsito Em Julgado, Suficiência De Provas, Reexame Fático Probatório Inadmissível Via Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
ADENILSON SOARES DOS SANTOS
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Julgador
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Legal Issues
- 1 Admissibilidade do habeas corpus como substitutivo de revisão criminal
- 2 Alegação de nulidade por falta de intimação pessoal da sentença
- 3 Suficiência do conjunto probatório para a condenação
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque se trata de writ substitutivo de recurso próprio após trânsito em julgado, não havendo flagrante ilegalidade; a intimação da sentença foi válida por ter sido efetuada na pessoa da advogada constituída ou por edital conforme art. 392 do CPP; e a condenação encontra-se lastreada em robusto conjunto probatório (depoimento da vítima, interceptação telefônica, reconhecimento por voz, posse da res furtiva), de modo que seria necessário revolver matéria fático-probatória para reformar a decisão, o que é inviável na via estreita do habeas corpus.
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