EAREsp 1732507 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem, com base no exame do conjunto fático-probatório constante dos autos (contrato de compra e venda, matrículas, contratos sociais, documentos públicos, fotografias, laudo e certidões), concluiu que não houve cerceamento de defesa e que a pessoa jurídica vendedora era legítima para discutir os aluguéis em razão das cláusulas contratuais e da sub-rogação locatícia; além disso, a alteração dessas conclusões demandaria reexame de provas e interpretação contratual, vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ.
- Parties
- Autores/recorrentes: compradores/recorrentes; Vendedora/parte Agravada: pessoa jurídica vendedora; Proprietária/sócia Gerente: Lúcia Behne Solivo; Terceira Interessada Mencionada: imobiliária intermediadora
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 February 2021
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial / Decisão Interlocutória Sobre Seguimento E Mérito Recursal
- Outcome
- agravo negado provimento
- Legal Topics
- Cerceamento De Defesa, Ilegitimidade Ativa, Vícios Do Consentimento, Produção De Provas, Súmulas Do STJ, Obrigação De Pagamento De Aluguéis, Opção De Compra
Case Brief
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Parties
compradores/recorrentes
Autores/recorrentes
pessoa jurídica vendedora
Vendedora/parte Agravada
Lúcia Behne Solivo
Proprietária/sócia Gerente
imobiliária intermediadora
Terceira Interessada Mencionada
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial / Decisão Interlocutória Sobre Seguimento E Mérito Recursal
Legal Issues
- 1 Alegado cerceamento de defesa em razão de julgamento antecipado da lide e indeferimento de prova pericial e testemunhal
- 2 Alegada ilegitimidade ativa da pessoa jurídica vendedora para cobrança de aluguéis por suposto defeito de representação
- 3 Existência de vícios do consentimento ou vícios redibitórios capazes de anular o negócio jurídico
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem, com base no exame do conjunto fático-probatório constante dos autos (contrato de compra e venda, matrículas, contratos sociais, documentos públicos, fotografias, laudo e certidões), concluiu que não houve cerceamento de defesa e que a pessoa jurídica vendedora era legítima para discutir os aluguéis em razão das cláusulas contratuais e da sub-rogação locatícia; além disso, a alteração dessas conclusões demandaria reexame de provas e interpretação contratual, vedado em recurso especial pelas Súmulas 5 e 7 do STJ.
Court Disposition
agravo negado provimento
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Incabível a majoração dos honorários advocatícios de sucumbência em razão da publicação da sentença anterior à vigência do CPC/2015 (Enunciado Administrativo nº 7/STJ)
Full Case Text
Judgment text and source record
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