REsp 1572425 - DECISAO

REsp 1572425 - DECISAO

O caso se enquadra na tese reiterada desta Corte (REsp n. 1.150.429/CE, item 1.2) relativa à cessão de contratos vinculados ao SFH realizada após 25/10/1996 sem anuência da instituição financeira, de modo que o cessionário (contrato de gaveta) não detém legitimidade ativa para pleitear a cobertura securitária. Ademais, a Corte de origem decidiu com base em fatos e provas cuja reavaliação exigiria o reexame probatório e interpretação contratual, obstadas pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. Assim, conheceu-se parcialmente do recurso e, nessa extensão, negou-se provimento.

Parties
Recorrente/autor: AILTON ALVES DE SOUZA; Interessada/parte: Caixa Econômica Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 February 2025
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento Do Recurso Especial
Outcome
Recurso especial conhecido em parte e, nessa extensão, negado provimento.
Legal Topics
Cessão De Direitos E Obrigações, Cobertura Securitária, Ilegitimidade Ativa Ad Causam, Contrato De Gaveta, Competência Da Justiça Federal

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 8 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

AILTON ALVES DE SOUZA

Recorrente/autor

Caixa Econômica Federal

Interessada/parte

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgamento Do Recurso Especial

  1. 1 legitimidade ativa do cessionário de contrato de mútuo transferido por instrumento particular (contrato de gaveta)
  2. 2 necessidade de anuência da instituição financeira para cessão de contratos vinculados ao SFH realizada após 25/10/1996
  3. 3 incidência das Súmulas 5 e 7 do STJ quanto à vedação de reexame de matéria fático-probatória

Ratio Decidendi

O caso se enquadra na tese reiterada desta Corte (REsp n. 1.150.429/CE, item 1.2) relativa à cessão de contratos vinculados ao SFH realizada após 25/10/1996 sem anuência da instituição financeira, de modo que o cessionário (contrato de gaveta) não detém legitimidade ativa para pleitear a cobertura securitária. Ademais, a Corte de origem decidiu com base em fatos e provas cuja reavaliação exigiria o reexame probatório e interpretação contratual, obstadas pelas Súmulas 5 e 7 do STJ. Assim, conheceu-se parcialmente do recurso e, nessa extensão, negou-se provimento.

Court Disposition

Recurso especial conhecido em parte e, nessa extensão, negado provimento.

Orders

  • Conheço em parte do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
  • Majoro os honorários em favor do advogado da parte recorrida em R$ 200,00.