REsp 1449692 - DECISAO

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O recurso especial não foi conhecido porque o Tribunal de origem decidiu em consonância com jurisprudência consolidada (incidência da Súmula n.83/STJ) e porque determinadas questões invocadas pelos recorrentes não foram debatidas no tribunal a quo, estando impedidas de reexame nesta instância (aplicação das Súmulas...

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Parties
Recorrente: BANCO BANDEIRANTES S.A.; Recorrentes: OUTROS; Autor: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Réu: BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN); Rés: INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS RÉS; Parte Interessada/parte Ré: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
22 October 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecido
Outcome
não conheço do recurso especial
Legal Topics
Cobrança De Tarifas Bancárias, Contas Poupança Inativas E Não Recadastradas, Legitimidade Do Ministério Público Para Ação Civil Pública, Prescrição, Ilegitimidade Passiva Das Instituições Financeiras, Competência Do Conselho Monetário Nacional E Do Banco Central, Aplicação Do Código De Defesa Do Consumidor, Interpretação De Resoluções E Circulares Do SFN
Administrativo Processual Civil Direito Do Consumidor Direito Bancário Ação Civil Pública Cobrança De Tarifas Bancárias Contas Poupança Inativas E Não Recadastradas Legitimidade Do Ministério Público Para Ação Civil Pública +5 more

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Parties

BANCO BANDEIRANTES S.A.

Recorrente

OUTROS

Recorrentes

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Autor

BANCO CENTRAL DO BRASIL (BACEN)

Réu

INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS RÉS

Rés

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Parte Interessada/parte Ré

Procedural Posture

Recurso Especial / Não Conhecido

  1. 1 prescrição quinquenal da ação civil pública
  2. 2 legitimidade ativa do Ministério Público Federal para tutelar direitos difusos e individuais homogêneos
  3. 3 aplicação do Código de Defesa do Consumidor às operações bancárias de poupança

Ratio Decidendi

O recurso especial não foi conhecido porque o Tribunal de origem decidiu em consonância com jurisprudência consolidada (incidência da Súmula n.83/STJ) e porque determinadas questões invocadas pelos recorrentes não foram debatidas no tribunal a quo, estando impedidas de reexame nesta instância (aplicação das Súmulas n.282 e n.356 do STF e da Súmula n.7 do STJ). Subsidiariamente, o Tribunal a quo acertou ao reconhecer a legitimidade do MPF, a aplicação do CDC aos serviços bancários e a vedação prevista na Resolução CMN n.1.568/1989 à cobrança de tarifas de manutenção de cadernetas de poupança, determinando cessação das cobranças e estorno dos débitos desde 16/01/1989; tais fundamentos...

Court Disposition

não conheço do recurso especial

Orders

  • Não conheço do recurso especial.
  • Publique-se.