AREsp 2698604 - DECISAO

AREsp 2698604 - DECISAO

A controvérsia versa sobre relação de direito privado (contrato de consumo de serviço de telefonia), competindo à Segunda Seção processar e julgar o feito; a jurisprudência do STJ aplica prazo prescricional decenal (art. 205 CC) às ações de repetição de indébito de serviços telefônicos, exige comprovação de má-fé para devolução em dobro (Súmula 83/STJ) e não presume dano moral em caso de cobrança indevida quando não há inscrição em cadastros restritivos; diante disso, os autos devem ser distribuídos a uma das Turmas da Segunda Seção para prosseguimento.

Parties
Autor: EDSON VASSELAI DA SILVA; Ré: TELEFÔNICA BRASIL S/A
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
09 October 2024
Procedural Posture
Ação De Obrigação De Fazer E Indenização Por Danos Materiais E Morais Com Pedido De Tutela Provisória De Urgência / Agravo Regimental Após Inadmissão De Recurso Especial, Distribuído À Segunda Turma/segunda Seção
Outcome
Autos distribuídos a uma das Turmas que compõem a Segunda Seção.
Legal Topics
Cobrança Indevida, Danos Morais, Prescrição, Repetição De Indébito, Competência Jurisdicional

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Parties

EDSON VASSELAI DA SILVA

Autor

TELEFÔNICA BRASIL S/A

Procedural Posture

Ação De Obrigação De Fazer E Indenização Por Danos Materiais E Morais Com Pedido De Tutela Provisória De Urgência / Agravo Regimental Após Inadmissão De Recurso Especial, Distribuído À Segunda Turma/segunda Seção

  1. 1 existência de cobrança indevida de serviço telefônico supostamente não contratado
  2. 2 configuração de dano moral em razão de cobrança indevida sem inscrição em cadastros restritivos
  3. 3 prazo prescricional aplicável a ações de repetição de indébito de serviços telefônicos

Ratio Decidendi

A controvérsia versa sobre relação de direito privado (contrato de consumo de serviço de telefonia), competindo à Segunda Seção processar e julgar o feito; a jurisprudência do STJ aplica prazo prescricional decenal (art. 205 CC) às ações de repetição de indébito de serviços telefônicos, exige comprovação de má-fé para devolução em dobro (Súmula 83/STJ) e não presume dano moral em caso de cobrança indevida quando não há inscrição em cadastros restritivos; diante disso, os autos devem ser distribuídos a uma das Turmas da Segunda Seção para prosseguimento.

Court Disposition

Autos distribuídos a uma das Turmas que compõem a Segunda Seção.

Orders

  • Distribuam-se os autos a uma das Turmas que compõem a Segunda Seção.