REsp 2133373 - DECISAO

REsp 2133373 - DECISAO

O STJ concluiu que não houve ofensa ao art. 1.022 do CPC e, à luz da Súmula 568/STJ e dos precedentes, a restituição dos juros remuneratórios não foi objeto de decisão expressa na ação anterior; portanto, a formulação da pretensão em ação autônoma não viola a coisa julgada, razão pela qual o recurso especial foi conhecido e negado provimento.

Parties
Recorrente: AYMORE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS S.A; Recorrida: CELIA DE FATIMA SOARES GUIMARAES
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
15 April 2024
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgado (conhecido E Não Provido)
Outcome
Recurso especial conhecido e não provido
Legal Topics
Coisa Julgada, Repetição De Indébito, Juros Remuneratórios, Tarifas Bancárias, Súmula 568/stj, Embargos De Declaração, Preclusão

Case Brief

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Parties

AYMORE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS S.A

Recorrente

CELIA DE FATIMA SOARES GUIMARAES

Recorrida

Procedural Posture

Recurso Especial / Julgado (conhecido E Não Provido)

  1. 1 ofensa ao art. 1.022, II, do CPC
  2. 2 incidência da coisa julgada e eficácia preclusiva
  3. 3 possibilidade de nova ação para restituição de juros remuneratórios sobre tarifas já declaradas ilegais

Ratio Decidendi

O STJ concluiu que não houve ofensa ao art. 1.022 do CPC e, à luz da Súmula 568/STJ e dos precedentes, a restituição dos juros remuneratórios não foi objeto de decisão expressa na ação anterior; portanto, a formulação da pretensão em ação autônoma não viola a coisa julgada, razão pela qual o recurso especial foi conhecido e negado provimento.

Court Disposition

Recurso especial conhecido e não provido

Orders

  • Conheço do recurso especial e nego-lhe provimento.
  • Majoram-se os honorários advocatícios de 10% para 15% sobre o valor da condenação, nos termos do art. 85, § 11, do CPC.