AREsp 2607055 - DECISAO
O Tribunal manteve o entendimento de que houve coisa julgada entre a ação individual (mandado de segurança) e a ação coletiva em razão da tríplice identidade de partes, pedido e causa de pedir; como o mandado de segurança foi impetrado e transitou em julgado antes da ação coletiva, o autor individual não poderia suspender sua ação para beneficiar‑se do resultado posterior da ação coletiva, de modo que a eficácia da coisa julgada do mandado de segurança limita‑se ao período por ele abrangido; além disso, o recurso não impugnou todos os fundamentos suficientes do acórdão recorrido (Súmula 283/STF) e demandaria reexame de prova vedado pela Súmula 7/STJ, o que impediu a reforma do julgado,...
- Parties
- Agravante: Eduardo Gregorio; Autor Coletivo: SIINDIRECEITA (atual Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal - SINDTTEN); Ré: União Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 June 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo Negando Provimento E Não Admissão Do Recurso Especial
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Coisa Julgada, Tríplice Identidade (partes, Pedido E Causa De Pedir), Ação Coletiva, Mandado De Segurança, Cumprimento De Sentença, Recurso Especial, Litispendência, Preclusão, Art. 104 Do CDC, Súmula 7/stj, Súmula 283/stf
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Eduardo Gregorio
Agravante
SIINDIRECEITA (atual Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal - SINDTTEN)
Autor Coletivo
União Federal
Ré
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Agravo Negando Provimento E Não Admissão Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Existência e eficácia da coisa julgada entre ação individual e ação coletiva
- 2 Aplicabilidade do art. 104 do CDC diante da ordem de propositura e trânsito em julgado
- 3 Prevalência de decisões em conflito entre coisas julgadas
Ratio Decidendi
O Tribunal manteve o entendimento de que houve coisa julgada entre a ação individual (mandado de segurança) e a ação coletiva em razão da tríplice identidade de partes, pedido e causa de pedir; como o mandado de segurança foi impetrado e transitou em julgado antes da ação coletiva, o autor individual não poderia suspender sua ação para beneficiar‑se do resultado posterior da ação coletiva, de modo que a eficácia da coisa julgada do mandado de segurança limita‑se ao período por ele abrangido; além disso, o recurso não impugnou todos os fundamentos suficientes do acórdão recorrido (Súmula 283/STF) e demandaria reexame de prova vedado pela Súmula 7/STJ, o que impediu a reforma do julgado,...
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment