AREsp 1885019 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque o tribunal de origem reconheceu a ocorrência de coisa julgada diante da identidade de partes, objeto e causa de pedir; afastar esse reconhecimento exigiria reexame do contexto fático-probatório, o que é vedado pelo entendimento consolidado na Súmula 7/STJ; ademais, o dissídio jurisprudencial não foi demonstrado nos termos exigidos pelo CPC/2015.
- Parties
- Agravante: MATHEUS CARVALHO DE ALMEIDA; Agravado: INSS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão
- Outcome
- Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial do particular.
- Legal Topics
- Coisa Julgada, Súmula 7/stj, Dissídio Jurisprudencial, Honorários Sucumbenciais, Reexame Fático Probatório
Case Brief
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Parties
MATHEUS CARVALHO DE ALMEIDA
Agravante
INSS
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão
Legal Issues
- 1 reconhecimento de coisa julgada por identidade de partes, objeto e causa de pedir
- 2 incidência da Súmula 7/STJ em razão do reexame de matéria fático-probatória
- 3 ausência de demonstração do dissídio jurisprudencial
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial porque o tribunal de origem reconheceu a ocorrência de coisa julgada diante da identidade de partes, objeto e causa de pedir; afastar esse reconhecimento exigiria reexame do contexto fático-probatório, o que é vedado pelo entendimento consolidado na Súmula 7/STJ; ademais, o dissídio jurisprudencial não foi demonstrado nos termos exigidos pelo CPC/2015.
Court Disposition
Agravo conhecido para não conhecer do recurso especial do particular.
Orders
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial do particular.
- Majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado a título de honorários sucumbenciais, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites percentuais aplicáveis e o art. 98, § 3º do CPC/2015.
Full Case Text
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