REsp 2122934 - DECISAO
O Tribunal concluiu que houve coisa julgada formada pelo mandado de segurança individual, cuja sentença foi denegatória e transitou em julgado antes do ajuizamento da ação coletiva, de modo que a parte exequente não pode beneficiar-se do resultado posterior da ação coletiva no período comum às ações; ademais, as alegações de omissão e violação de dispositivos do CPC/2015 não foram acolhidas por ausência de prequestionamento e por serem, em parte, questões que demandariam reexame do acervo fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ. Por isso conheceu-se em parte do recurso de Maria Angélica e negou-se-lhe provimento, e não se conheceu do recurso especial da União.
- Parties
- Recorrente: UNIÃO; Recorrente: MARIA ANGÉLICA ANDRADE DA SILVA PENNA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 May 2024
- Procedural Posture
- Recursos Especiais / Decisão
- Outcome
- Conheço em parte do Recurso Especial de MARIA ANGÉLICA ANDRADE DA SILVA PENNA e, nessa extensão, nego-lhe provimento; não conheço do Recurso Especial da UNIÃO.
- Legal Topics
- Coisa Julgada, Cumprimento De Sentença Coletiva, Mandado De Segurança, Retribuição Adicional Variável RAV, Prequestionamento, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
UNIÃO
Recorrente
MARIA ANGÉLICA ANDRADE DA SILVA PENNA
Recorrente
Procedural Posture
Recursos Especiais / Decisão
Legal Issues
- 1 identidade entre ação coletiva e ação individual (tríplice identidade: partes, pedido e causa de pedir)
- 2 efeitos temporais da coisa julgada (limitação ao período da impetração)
- 3 prequestionamento para admissão do recurso especial
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que houve coisa julgada formada pelo mandado de segurança individual, cuja sentença foi denegatória e transitou em julgado antes do ajuizamento da ação coletiva, de modo que a parte exequente não pode beneficiar-se do resultado posterior da ação coletiva no período comum às ações; ademais, as alegações de omissão e violação de dispositivos do CPC/2015 não foram acolhidas por ausência de prequestionamento e por serem, em parte, questões que demandariam reexame do acervo fático-probatório, vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ. Por isso conheceu-se em parte do recurso de Maria Angélica e negou-se-lhe provimento, e não se conheceu do recurso especial da União.
Court Disposition
Conheço em parte do Recurso Especial de MARIA ANGÉLICA ANDRADE DA SILVA PENNA e, nessa extensão, nego-lhe provimento; não conheço do Recurso Especial da UNIÃO.
Orders
- CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial de MARIA ANGÉLICA ANDRADE DA SILVA PENNA e, nessa extensão, NEGO-LHE PROVIMENTO
- NÃO CONHEÇO do Recurso Especial da UNIÃO
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment