REsp 2111173 - DECISAO
O Tribunal entendeu que o acórdão do Tribunal de origem examinou adequadamente a controvérsia, reconheceu ocorrência de coisa julgada parcial quanto ao período comum (a partir de 07/1996) entre o mandado de segurança individual e a ação coletiva, e assentou que, em razão da coisa julgada desfavorável ao direito pleiteado no mandado de segurança, o exequente não poderia aproveitar-se do título executivo coletivo para aquele período, permitindo o prosseguimento do cumprimento de sentença apenas quanto aos meses de janeiro a junho de 1996. Não se conhecem as alegações que demandariam reexame de matéria fático-probatória, em obediência à Súmula 7/STJ, e parte das insurgências foram rejeitadas...
- Parties
- Recorrente: EDER ALMIR MARCON; Recorrente: UNIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 May 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Monocrática
- Outcome
- CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial de EDER ALMIR MARCON e, nessa extensão, NEGO-LHE PROVIMENTO; NÃO CONHEÇO do Recurso Especial da UNIÃO.
- Legal Topics
- Coisa Julgada, Cumprimento De Sentença, Mandado De Segurança, Retribuição Adicional Variável (rav), Prequestionamento, Reexame De Matéria Fático Probatória
Case Brief
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Parties
EDER ALMIR MARCON
Recorrente
UNIÃO
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Monocrática
Legal Issues
- 1 incidência da coisa julgada entre ação coletiva e mandado de segurança individual
- 2 omissão alegada nos embargos de declaração (arts. 489 e 1.022 do CPC/2015)
- 3 requisito do prequestionamento e prequestionamento ficto (art. 1.025 CPC/2015)
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que o acórdão do Tribunal de origem examinou adequadamente a controvérsia, reconheceu ocorrência de coisa julgada parcial quanto ao período comum (a partir de 07/1996) entre o mandado de segurança individual e a ação coletiva, e assentou que, em razão da coisa julgada desfavorável ao direito pleiteado no mandado de segurança, o exequente não poderia aproveitar-se do título executivo coletivo para aquele período, permitindo o prosseguimento do cumprimento de sentença apenas quanto aos meses de janeiro a junho de 1996. Não se conhecem as alegações que demandariam reexame de matéria fático-probatória, em obediência à Súmula 7/STJ, e parte das insurgências foram rejeitadas...
Court Disposition
CONHEÇO EM PARTE do Recurso Especial de EDER ALMIR MARCON e, nessa extensão, NEGO-LHE PROVIMENTO; NÃO CONHEÇO do Recurso Especial da UNIÃO.
Orders
- Publique-se e intimem-se.
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