AREsp 2083112 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o fundamento relativo à competência estava em consonância com a tese do Tema 1.011 do STF (reconhecendo o interesse da CEF em apólices públicas) e porque a invocação do art. 927, II, do CPC/2015 trouxe o óbice da Súmula 284 do STF; além disso, a alegação de necessidade de sobrestamento até o trânsito em julgado do precedente não foi adequadamente prequestionada pelo Tribunal de origem, incidindo o óbice da Súmula 211 do STJ e não atendendo aos requisitos do art. 1.025 do CPC/2015 para prequestionamento ficto.
- Parties
- Agravantes: LUZINETE TEREZINHA LAZARIN e OUTROS; Órgão De Origem/agravado: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 February 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade Do Recurso Especial (não Conhecido)
- Legal Topics
- Competência, Interesse Jurídico Da Caixa Econômica Federal, Apólice Pública (ramo 66), Tema 1.011 Do STF, Prequestionamento, Modulação De Efeitos, Súmula Vinculante
Case Brief
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Parties
LUZINETE TEREZINHA LAZARIN e OUTROS
Agravantes
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Órgão De Origem/agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Admissibilidade Do Recurso Especial (não Conhecido)
Legal Issues
- 1 competência para ações sobre contratos de seguro vinculados a apólice pública (Ramo 66)
- 2 necessidade de sobrestamento até o trânsito em julgado de precedente obrigatório e possibilidade de modulação de efeitos
- 3 incidência de óbice de súmula (Súmula 284 do STF) quando invocado art. 927, II, CPC/2015
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque o fundamento relativo à competência estava em consonância com a tese do Tema 1.011 do STF (reconhecendo o interesse da CEF em apólices públicas) e porque a invocação do art. 927, II, do CPC/2015 trouxe o óbice da Súmula 284 do STF; além disso, a alegação de necessidade de sobrestamento até o trânsito em julgado do precedente não foi adequadamente prequestionada pelo Tribunal de origem, incidindo o óbice da Súmula 211 do STJ e não atendendo aos requisitos do art. 1.025 do CPC/2015 para prequestionamento ficto.
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