REsp 2063046 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno por entender que não houve negativa de prestação jurisdicional, que a propositura de nova ação na Justiça Comum é admissível após desistência no Juizado Especial Cível (art. 286, II, CPC/2015 interpretado à luz do precedente REsp n. 2.045.638/SP), que parcelas sobre abatimento de impostos e prazo de devolução não foram prequestionadas (Súmula 211/STJ) e, portanto, não conhecidas, que a alegação sobre percentual de retenção constitui inovação recursal suscitada apenas no agravo interno e é inadmissível, e que a pretensão relativa à taxa de fruição dependeria de reexame probatório vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Agravante: Supremo Incorporadora e Construtora Ltda.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Colegiado (terceira Turma) Decisão De Negar Provimento
- Legal Topics
- Competência, Rescisão Contratual, Foro Do Domicílio Do Consumidor, Desistência No Juizado Especial Cível, Prevenção/distribuição Por Dependência (art. 286, II, Cpc/2015), Restituição De Valores E Abatimento De Impostos, Percentual De Retenção, Taxa De Fruição Do Imóvel, Inovação Recursal, Prequestionamento
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Supremo Incorporadora e Construtora Ltda.
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Recurso Especial / Julgamento Colegiado (terceira Turma) Decisão De Negar Provimento
Legal Issues
- 1 alegada negativa de prestação jurisdicional
- 2 competência para ação de rescisão contratual em relação de consumo após desistência em JEC
- 3 incidência de súmulas (83, 211, 7 e 283)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno por entender que não houve negativa de prestação jurisdicional, que a propositura de nova ação na Justiça Comum é admissível após desistência no Juizado Especial Cível (art. 286, II, CPC/2015 interpretado à luz do precedente REsp n. 2.045.638/SP), que parcelas sobre abatimento de impostos e prazo de devolução não foram prequestionadas (Súmula 211/STJ) e, portanto, não conhecidas, que a alegação sobre percentual de retenção constitui inovação recursal suscitada apenas no agravo interno e é inadmissível, e que a pretensão relativa à taxa de fruição dependeria de reexame probatório vedado em recurso especial (Súmula 7/STJ).
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment