AREsp 1949938 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente suas decisões: reconheceu a legitimidade passiva do Banco do Brasil e aplicou o entendimento de que a solidariedade entre devedores não impõe litisconsórcio passivo necessário, de modo que, estando apenas o Banco do Brasil no polo passivo, prevalece a competência ratione personae da Justiça Estadual nos termos do art.109, I, da CF/88 e das súmulas 508/556 do STF; não houve negativa de prestação jurisdicional nem ofensa ao princípio da não-surpresa; ainda, o chamamento ao processo na fase de execução foi considerado inaplicável ou inadequado.
- Parties
- Agravante: BANCO DO BRASIL SA; Autor (na ACP 94.008514 1): MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Devedor Solidário: UNIÃO; Devedor Solidário: BANCO CENTRAL DO BRASIL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 October 2021
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo (negação De Provimento)
- Outcome
- agravo não provido
- Legal Topics
- Competência (justiça Federal Vs Estadual), Cumprimento Individual De Sentença Coletiva, Litisconsórcio Passivo Necessário, Chamamento Ao Processo, Solidariedade Passiva, Princípio Da Não Surpresa, Súmulas Constitucionais E Do STJ
Case Brief
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Parties
BANCO DO BRASIL SA
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Autor (na ACP 94.008514 1)
UNIÃO
Devedor Solidário
BANCO CENTRAL DO BRASIL
Devedor Solidário
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo (negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 Competência para processamento do cumprimento de sentença coletiva quando figura apenas o Banco do Brasil no polo passivo
- 2 Se a solidariedade entre devedores exige litisconsórcio passivo necessário
- 3 Possibilidade de chamamento ao processo na fase de execução/cumprimento de sentença
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente suas decisões: reconheceu a legitimidade passiva do Banco do Brasil e aplicou o entendimento de que a solidariedade entre devedores não impõe litisconsórcio passivo necessário, de modo que, estando apenas o Banco do Brasil no polo passivo, prevalece a competência ratione personae da Justiça Estadual nos termos do art.109, I, da CF/88 e das súmulas 508/556 do STF; não houve negativa de prestação jurisdicional nem ofensa ao princípio da não-surpresa; ainda, o chamamento ao processo na fase de execução foi considerado inaplicável ou inadequado.
Court Disposition
agravo não provido
Orders
- Nego provimento ao agravo
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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