REsp 2129196 - DECISAO
O recurso não foi conhecido porque a alteração do entendimento da Corte de origem exigiria reexame de fatos e provas (vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ) e parte da tese suscitada (violação de dispositivos da Lei 10.188/2001) não foi objeto de prequestionamento pelo Tribunal de origem (aplicando-se as Súmulas 282 e 356 do STF); o tribunal a quo, com base em prova documental, concluiu que o Banco do Brasil atuou como agente executor e representante do FAR e que a Caixa não integra o vínculo obrigacional, justificando a ilegitimidade passiva da Caixa e a incompetência da Justiça Federal.
- Parties
- Autor: MARIA JUCILENE PEREIRA DE SOUZA; Réu: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; Réu: Fundo de Arrendamento Residencial - FAR; Recorrente / Réu (agente Executor): BANCO DO BRASIL S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 September 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial (art. 105, Iii, "a", Cf) / Julgamento De Recurso Especial (decisão De Não Conhecimento)
- Outcome
- não conheço do recurso especial
- Legal Topics
- Competência Da Justiça Federal, Ilegitimidade Passiva, Programa Minha Casa Minha Vida, Fundo De Arrendamento Residencial FAR, Agente Financeiro Vs. Agente Executor, Prequestionamento, Súmulas 5 E 7 Do STJ
Case Brief
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Parties
MARIA JUCILENE PEREIRA DE SOUZA
Autor
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
Réu
Fundo de Arrendamento Residencial - FAR
Réu
BANCO DO BRASIL S/A
Recorrente / Réu (agente Executor)
Procedural Posture
Recurso Especial (art. 105, Iii, "a", Cf) / Julgamento De Recurso Especial (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 Se a CAIXA É CONTA legítima para figurar no polo passivo em demanda relativa a atraso na entrega de imóvel financiado com recursos do FAR
- 2 Se a Justiça Federal é competente para processar e julgar a ação ou se deve declinar à Justiça Estadual
- 3 Se o Banco do Brasil atuou como agente executor do empreendimento e, portanto, é parte legítima
Ratio Decidendi
O recurso não foi conhecido porque a alteração do entendimento da Corte de origem exigiria reexame de fatos e provas (vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ) e parte da tese suscitada (violação de dispositivos da Lei 10.188/2001) não foi objeto de prequestionamento pelo Tribunal de origem (aplicando-se as Súmulas 282 e 356 do STF); o tribunal a quo, com base em prova documental, concluiu que o Banco do Brasil atuou como agente executor e representante do FAR e que a Caixa não integra o vínculo obrigacional, justificando a ilegitimidade passiva da Caixa e a incompetência da Justiça Federal.
Court Disposition
não conheço do recurso especial
Orders
- Não conheço do recurso.
- Deixo de majorar a verba honorária na forma do art. 85, § 11, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
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