RHC 201179 - ACORDAO

RHC 201179 - ACORDAO

Negou-se provimento ao agravo regimental porque as instâncias ordinárias, soberanas na análise fático-probatória, concluíram que não houve utilização de verbas federais que justificassem o interesse da União e a competência da Justiça Federal; os fatos são autônomos e não acarretam conexão instrumental com o processo federal indicado; a Vara Única da Comarca de Tangará/SC tornou-se preventa ao atuar desde as fases iniciais da investigação (art. 83 CPP); e a modificação desse entendimento exigiria revolvimento probatório incompatível com a via eleita, não havendo nulidade dos elementos do PIC tampouco constrangimento ilegal a ser sancionado.

Parties
Agravante: CLAUDIRLEI DORINI; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal; Órgão Ministerial: Ministério Público de Santa Catarina
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
07 April 2025
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma) Decisão De Negar Provimento
Outcome
Agravo regimental a que se nega provimento
Legal Topics
Competência Da Justiça Federal, Conexão Instrumental (probatória), Prevenção (art. 83 Cpp), Nulidade De Elementos De PIC, Foro Por Prerrogativa De Função

Case Brief

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Parties

CLAUDIRLEI DORINI

Agravante

Ministério Público Federal

Órgão Ministerial

Ministério Público de Santa Catarina

Órgão Ministerial

Procedural Posture

Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Colegiado (quinta Turma) Decisão De Negar Provimento

  1. 1 Alegada incompetência da Justiça Estadual vs competência da Justiça Federal
  2. 2 Connexão instrumental entre procedimentos penais
  3. 3 Competência territorial (ratione loci) e prevenção (art. 83 do CPP)

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo regimental porque as instâncias ordinárias, soberanas na análise fático-probatória, concluíram que não houve utilização de verbas federais que justificassem o interesse da União e a competência da Justiça Federal; os fatos são autônomos e não acarretam conexão instrumental com o processo federal indicado; a Vara Única da Comarca de Tangará/SC tornou-se preventa ao atuar desde as fases iniciais da investigação (art. 83 CPP); e a modificação desse entendimento exigiria revolvimento probatório incompatível com a via eleita, não havendo nulidade dos elementos do PIC tampouco constrangimento ilegal a ser sancionado.

Court Disposition

Agravo regimental a que se nega provimento

Orders

  • Negar provimento ao agravo regimental
  • Manter o acórdão recorrido e a competência fixada pela Vara Única da Comarca de Tangará/SC