CC 181913 - DECISAO
Tratando-se de pedido de fornecimento de medicamento que já possui registro na ANVISA, mas não está incorporado à RENAME/SUS, e não tendo sido ajuizada ação em face da União — interesse que foi expressamente afastado pelo juízo federal — aplica-se a jurisprudência do STJ e a Súmula 150, de modo que não há litisconsórcio passivo necessário da União, sendo competente a Justiça Estadual (2ª Turma Recursal do TJSC) para novo julgamento do recurso.
- Parties
- Autor: Ministério Público do Estado de Santa Catarina; Interessada: Severa Ribas; Réu: Estado de Santa Catarina; Réu: Município de Governador Celso Ramos
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 16 November 2021
- Procedural Posture
- Conflito Negativo De Competência / Decisão De Conhecimento E Declaração De Competência
- Legal Topics
- Competência Entre Justiça Federal E Estadual, Fornecimento De Medicamentos, Litisconsórcio Passivo, Responsabilidade Solidária Dos Entes Federados, Registro ANVISA Vs RENAME
Case Brief
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Parties
Ministério Público do Estado de Santa Catarina
Autor
Severa Ribas
Interessada
Estado de Santa Catarina
Réu
Município de Governador Celso Ramos
Réu
Procedural Posture
Conflito Negativo De Competência / Decisão De Conhecimento E Declaração De Competência
Legal Issues
- 1 Se é obrigatória a inclusão da União no polo passivo em ações que pleiteiam fornecimento de medicamento não incorporado na RENAME
- 2 Qual é o juízo competente (Justiça Federal ou Estadual) diante da ausência de inclusão da União e da existência de registro na ANVISA
- 3 Aplicação das teses firmadas nos REs de repercussão geral (Tema 500 e Tema 793) e da Súmula 150/STJ
Ratio Decidendi
Tratando-se de pedido de fornecimento de medicamento que já possui registro na ANVISA, mas não está incorporado à RENAME/SUS, e não tendo sido ajuizada ação em face da União — interesse que foi expressamente afastado pelo juízo federal — aplica-se a jurisprudência do STJ e a Súmula 150, de modo que não há litisconsórcio passivo necessário da União, sendo competente a Justiça Estadual (2ª Turma Recursal do TJSC) para novo julgamento do recurso.
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