AREsp 1830648 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, examinou-se o recurso especial e, na parte conhecida, negou-se provimento ao recurso especial. O Tribunal entendeu não haver nulidade no julgamento virtual ante a ausência de oposição no prazo previsto pela Resolução nº 772/2017 (Súmula 211/STJ), e considerou que o acórdão de origem afastou as nulidades arguídas e acolheu fundamentos autônomos (incluindo a inconstitucionalidade do dispositivo municipal à luz de precedentes e os efeitos da EC nº 41/2003), suficientes para manter a improcedência do pedido de complementação de pensão; condenou-se a recorrente ao pagamento de honorários advocatícios recursais de 10% sobre a verba honorária fixada nas instâncias ordinárias.
- Parties
- Agravante/autor(a): MARILENE CEOLIN; Agravada/recorrida: AGÊNCIA REGULADORA DAEA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Agravo Interposto Contra Inadmissão De Recurso Especial; Exame Do Recurso Especial Em Sede De Agravo
- Outcome
- Agravo conhecido; recurso especial, na parte conhecida, negado provimento.
- Legal Topics
- Complementação De Pensão Por Morte, Dependência Econômica, Inconstitucionalidade De Lei Municipal, Nulidade De Julgamento Virtual, Devido Processo Administrativo, Honorários Advocatícios Recursais
Case Brief
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Parties
MARILENE CEOLIN
Agravante/autor(a)
AGÊNCIA REGULADORA DAEA
Agravada/recorrida
Procedural Posture
Agravo / Agravo Interposto Contra Inadmissão De Recurso Especial; Exame Do Recurso Especial Em Sede De Agravo
Legal Issues
- 1 nulidade do julgamento virtual por falta de intimação
- 2 recebimento de complementação de pensão por morte e requisitos de dependência econômica
- 3 recepção da Lei Municipal nº 2.857/87 pela Constituição e eventual inconstitucionalidade
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, examinou-se o recurso especial e, na parte conhecida, negou-se provimento ao recurso especial. O Tribunal entendeu não haver nulidade no julgamento virtual ante a ausência de oposição no prazo previsto pela Resolução nº 772/2017 (Súmula 211/STJ), e considerou que o acórdão de origem afastou as nulidades arguídas e acolheu fundamentos autônomos (incluindo a inconstitucionalidade do dispositivo municipal à luz de precedentes e os efeitos da EC nº 41/2003), suficientes para manter a improcedência do pedido de complementação de pensão; condenou-se a recorrente ao pagamento de honorários advocatícios recursais de 10% sobre a verba honorária fixada nas instâncias ordinárias.
Court Disposition
Agravo conhecido; recurso especial, na parte conhecida, negado provimento.
Orders
- Condeno a parte recorrente ao pagamento de honorários advocatícios recursais, nos termos do art. 85, § 11, do CPC, em 10% sobre a verba honorária fixada nas instâncias ordinárias.
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