MS 30018 - DECISAO

MS 30018 - DECISAO

A segurança foi denegada porque o impetrante não comprovou de forma cabal a preterição arbitrária e imotivada por parte da Administração. A criação de comissão para novo concurso não impediu nomeações do certame de 2018, foram realizadas várias convocações até a expiração do prazo, e havia limitações orçamentárias e vagas reservadas, de modo que não se instalou direito líquido e certo à nomeação.

Parties
Impetrante: Vinicius Lessa Costa; Autoridade Coatora: Ministra Maria Thereza de Assis Moura; Interveniente: União
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
14 May 2024
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Decisão De Mérito (ordem Denegada)
Outcome
Segurança denegada
Legal Topics
Concurso Público, Nomeação De Aprovados, Cadastro De Reserva, Preterição Arbitrária E Imotivada

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 14 Party arguments 2 Amounts and remedies 6
Sign in to unlock

Parties

Vinicius Lessa Costa

Impetrante

Ministra Maria Thereza de Assis Moura

Autoridade Coatora

União

Interveniente

Procedural Posture

Mandado De Segurança / Decisão De Mérito (ordem Denegada)

  1. 1 Direito à nomeação de candidato aprovado em cadastro de reserva
  2. 2 Preterição arbitrária e imotivada pela Administração Pública
  3. 3 Aplicação do entendimento do RE 837.311 (Tema 784/STF)

Ratio Decidendi

A segurança foi denegada porque o impetrante não comprovou de forma cabal a preterição arbitrária e imotivada por parte da Administração. A criação de comissão para novo concurso não impediu nomeações do certame de 2018, foram realizadas várias convocações até a expiração do prazo, e havia limitações orçamentárias e vagas reservadas, de modo que não se instalou direito líquido e certo à nomeação.

Court Disposition

Segurança denegada

Orders

  • Denegar a segurança
  • Resolver o mérito nos termos do art. 487, I, do CPC