RMS 74250 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o edital CF Sd/2014 atribui à EXATUS Promotores de Eventos e Consultoria a competência para apreciar recursos relativos à prova objetiva e, em caso de anulação, a atribuição de pontuação (item 17.8), de modo que o Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro não possui legitimidade passiva para figurar como autoridade coatora; ademais, a pretensão estava fulminada pela decadência, pois o agravante tomou ciência do fato lesivo em 2014 quando foi reprovado e excluído do certame, e o indeferimento administrativo posterior não reabre o prazo decadencial previsto no art. 23 da Lei 12.016/2009.
- Parties
- Agravante: RENAN DE SOUZA DA SILVA; Autoridade Coatora: Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 September 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Mandado De Segurança / Agravo Interno Julgamento Colegiado (primeira Turma)
- Outcome
- Agravo interno a que se nega provimento
- Legal Topics
- Concurso Público, Mandado De Segurança, Ilegitimidade Passiva, Decadência, Anulação De Questões, Extensão De Pontuação, Competência Da Executora Do Certame, Editais
Case Brief
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Parties
RENAN DE SOUZA DA SILVA
Agravante
Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Recurso Em Mandado De Segurança / Agravo Interno Julgamento Colegiado (primeira Turma)
Legal Issues
- 1 legitimidade passiva do Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro
- 2 decadência para a propositura do mandado de segurança
- 3 competência da banca executora (EXATUS) para apreciar recursos e atribuir pontuação
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o edital CF Sd/2014 atribui à EXATUS Promotores de Eventos e Consultoria a competência para apreciar recursos relativos à prova objetiva e, em caso de anulação, a atribuição de pontuação (item 17.8), de modo que o Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro não possui legitimidade passiva para figurar como autoridade coatora; ademais, a pretensão estava fulminada pela decadência, pois o agravante tomou ciência do fato lesivo em 2014 quando foi reprovado e excluído do certame, e o indeferimento administrativo posterior não reabre o prazo decadencial previsto no art. 23 da Lei 12.016/2009.
Court Disposition
Agravo interno a que se nega provimento
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Manter a decisão agravada
Full Case Text
Judgment text and source record
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