RHC 168110 - ACORDAO
Não há nos autos elementos idôneos a demonstrar, prima facie, a conexão entre os crimes comuns (contrabando e organização criminosa) e o crime eleitoral alegado; o encontro fortuito de provas (serendipidade) e a mera menção ao delito eleitoral na denúncia são insuficientes para deslocar competência à Justiça Eleitoral; como a análise concreta da conexão demandaria revolvimento fático-probatório, o que é incompatível com a via do habeas corpus, manteve-se a competência da Justiça Federal e negou-se provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Agravante: VALDECIR PREVITAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 June 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Agravo Regimental Não Provido (sessão Virtual De 29/05/2025 a 04/06/2025)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Conexão Entre Crimes Comuns E Eleitorais, Competência Da Justiça Eleitoral, Habeas Corpus, Serendipidade (encontro Fortuito De Provas), Contrabando, Organização Criminosa, Compra De Votos
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
VALDECIR PREVITAL
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento Agravo Regimental Não Provido (sessão Virtual De 29/05/2025 a 04/06/2025)
Legal Issues
- 1 Há conexão entre os crimes comuns (contrabando e organização criminosa) e crime eleitoral (compra de votos) que justifique a remessa dos autos à Justiça Eleitoral?
- 2 A serendipidade de provas implica conexão entre feitos para fins de determinação de competência?
- 3 É admissível o revolvimento fático-probatório para definir conexão na via do habeas corpus?
Ratio Decidendi
Não há nos autos elementos idôneos a demonstrar, prima facie, a conexão entre os crimes comuns (contrabando e organização criminosa) e o crime eleitoral alegado; o encontro fortuito de provas (serendipidade) e a mera menção ao delito eleitoral na denúncia são insuficientes para deslocar competência à Justiça Eleitoral; como a análise concreta da conexão demandaria revolvimento fático-probatório, o que é incompatível com a via do habeas corpus, manteve-se a competência da Justiça Federal e negou-se provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
- Manutenção da competência da Justiça Federal para processar e julgar a ação penal de origem
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment