CC 217298 - DECISAO
Conheceu-se do conflito e declarou-se competente o Juízo de Direito da Vara Estadual de Saúde Pública de Porto Alegre - RS, porque a ação foi ajuizada originalmente contra o Município sem inclusão da União na petição inicial, não sendo necessária a inclusão do ente federal no polo passivo, em consonância com a jurisprudência dominante que reconhece a responsabilidade solidária dos entes federados, o que não impõe, de forma automática, a transferência de competência para a Justiça Federal quando a União não figura originariamente na demanda.
- Parties
- Autora: NEUZA MARIA DA SILVA PELEGRINOTI; Réu: MUNICÍPIO DE VIAMÃO; Réu: UNIÃO; Suscitante: JUIZ FEDERAL DO SEGUNDO NÚCLEO DE JUSTIÇA 4.0 DE PORTO ALEGRE - SJ/RS; Suscitado: JUIZ DE DIREITO DA VARA ESTADUAL DE SAÚDE PÚBLICA DE PORTO ALEGRE - RS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2025
- Procedural Posture
- Conflito Negativo De Competência / Julgamento Monocrático
- Legal Topics
- Conflito De Competência, Responsabilidade Solidária Dos Entes Federados, Direito À Saúde, Home Care, Súmula 568/stj, Tema 793/stf, Tema 1.234/stf
Case Brief
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Parties
NEUZA MARIA DA SILVA PELEGRINOTI
Autora
MUNICÍPIO DE VIAMÃO
Réu
UNIÃO
Réu
JUIZ FEDERAL DO SEGUNDO NÚCLEO DE JUSTIÇA 4.0 DE PORTO ALEGRE - SJ/RS
Suscitante
JUIZ DE DIREITO DA VARA ESTADUAL DE SAÚDE PÚBLICA DE PORTO ALEGRE - RS
Suscitado
Procedural Posture
Conflito Negativo De Competência / Julgamento Monocrático
Legal Issues
- 1 Competência para ações que buscam prestação de serviços de saúde domiciliar (Home Care)
- 2 Legitimidade passiva da União em demandas por prestação de serviços de saúde no âmbito do SUS
- 3 Aplicação da jurisprudência do Tema 793/STF sobre responsabilidade solidária dos entes federados
Ratio Decidendi
Conheceu-se do conflito e declarou-se competente o Juízo de Direito da Vara Estadual de Saúde Pública de Porto Alegre - RS, porque a ação foi ajuizada originalmente contra o Município sem inclusão da União na petição inicial, não sendo necessária a inclusão do ente federal no polo passivo, em consonância com a jurisprudência dominante que reconhece a responsabilidade solidária dos entes federados, o que não impõe, de forma automática, a transferência de competência para a Justiça Federal quando a União não figura originariamente na demanda.
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