AREsp 2768166 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial, negando-lhe provimento, por entender que o Tribunal de origem fundamentou adequadamente a decisão: a prescrição quinquenal não foi atingida porque não havia prova da ciência da contaminação antes da propositura da ação e o laudo toxicológico de 07/12/2018 caracteriza o marco inicial (actio nata) para fins prescricionais; a legitimidade passiva da UNIÃO e da FUNASA foi corretamente reconhecida; não houve omissão a configurar nulidade por falta de fundamentação; e é inviável, na via especial, o reexame de matéria fático-probatória, nos termos da Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: UNIÃO; Ré: FUNASA; Autor: AUTOR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Admissibilidade/julgamento Do Agravo No STJ
- Legal Topics
- Contaminação Por DDT, Indenização Por Dano Moral, Prescrição Quinquenal (actio Nata), Legitimidade Passiva Da União E Da FUNASA, Ônus Da Prova E Inversão Do Ônus, Correção Monetária E Juros De Mora, Honorários Advocatícios, Súmula 7 E Súmula 83 Do STJ
Case Brief
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Parties
UNIÃO
Agravante
FUNASA
Ré
AUTOR
Autor
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Admissibilidade/julgamento Do Agravo No STJ
Legal Issues
- 1 alegada nulidade por ausência de fundamentação (arts. 489 e 1.022 do CPC/2015)
- 2 ilegitimidade passiva ad causam da UNIÃO e da FUNASA
- 3 início do prazo prescricional (actio nata) em casos de contaminação por DDT
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial, negando-lhe provimento, por entender que o Tribunal de origem fundamentou adequadamente a decisão: a prescrição quinquenal não foi atingida porque não havia prova da ciência da contaminação antes da propositura da ação e o laudo toxicológico de 07/12/2018 caracteriza o marco inicial (actio nata) para fins prescricionais; a legitimidade passiva da UNIÃO e da FUNASA foi corretamente reconhecida; não houve omissão a configurar nulidade por falta de fundamentação; e é inviável, na via especial, o reexame de matéria fático-probatória, nos termos da Súmula 7/STJ.
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