AREsp 2087559 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque a pretensão de reconhecer continuidade delitiva demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado no recurso especial pela Súmula 7 do STJ; não se autorizou inversão dos ônus sucumbenciais ante a manutenção da infração e o provimento limitado ao ajuste do termo inicial dos consectários legais; recusou-se majoração adicional de honorários e não se aplicou a multa do art.1.021, §4º, do CPC/2015.
- Parties
- Agravante: PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 October 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão
- Outcome
- Negado provimento ao agravo interno
- Legal Topics
- Continuidade Delitiva, Revisão Fático Probatória, Ônus De Sucumbência, Honorários De Sucumbência, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. PETROBRAS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão
Legal Issues
- 1 Caracterização da continuidade delitiva administrativa
- 2 Possibilidade de revisão de matéria fático-probatória no recurso especial (Súmula 7/STJ)
- 3 Inversão do ônus sucumbenciais em caso de provimento parcial
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque a pretensão de reconhecer continuidade delitiva demandaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado no recurso especial pela Súmula 7 do STJ; não se autorizou inversão dos ônus sucumbenciais ante a manutenção da infração e o provimento limitado ao ajuste do termo inicial dos consectários legais; recusou-se majoração adicional de honorários e não se aplicou a multa do art.1.021, §4º, do CPC/2015.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo interno
Orders
- Negar provimento ao agravo interno
- Não aplicar a multa prevista no §4º do art. 1.021 do CPC/2015
Full Case Text
Judgment text and source record
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