AREsp 1494471 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo porque a Corte de origem, com análise dos fatos e provas, concluiu que as contratações foram precedidas de licitação regular, os serviços foram prestados e os valores compatíveis, não havendo demonstração de dolo, prejuízo ao erário ou enriquecimento ilícito; além disso, o reexame das premissas fático-probatórias exigiria violação da Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: Ministério Público do Estado de São Paulo; Agravado: Prefeitura Municipal de Monte Aprazível; Ex Prefeito / Demandado: Mauro Vaner Pascoalão; Advogado Contratado: Marcelo Zola Peres; Empresa Contratada: Polizel Advogados Associados ME; Representante Legal Do Escritório Contratado: Wagner César Galdioli Polizel; Assessor Jurídico Do Município: Marcelo Mascaro; Presidente Da Comissão De Licitação: Valmir Aparecido Salvioni
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo / Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial (art. 105, Iii, A, Da Cf)
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Contratação De Advogados, Necessidade De Concurso Público, Notória Especialização, Dolo E Prejuízo Ao Erário, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
Ministério Público do Estado de São Paulo
Agravante
Prefeitura Municipal de Monte Aprazível
Agravado
Mauro Vaner Pascoalão
Ex Prefeito / Demandado
Marcelo Zola Peres
Advogado Contratado
Polizel Advogados Associados ME
Empresa Contratada
Wagner César Galdioli Polizel
Representante Legal Do Escritório Contratado
Marcelo Mascaro
Assessor Jurídico Do Município
Valmir Aparecido Salvioni
Presidente Da Comissão De Licitação
Procedural Posture
Agravo / Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial (art. 105, Iii, A, Da Cf)
Legal Issues
- 1 Ilegalidade da contratação de escritório de advocacia sem concurso público
- 2 Caracterização de improbidade administrativa (dolo e prejuízo ao erário)
- 3 Exigência de notória especialização para contratação direta de serviços advocatícios
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo porque a Corte de origem, com análise dos fatos e provas, concluiu que as contratações foram precedidas de licitação regular, os serviços foram prestados e os valores compatíveis, não havendo demonstração de dolo, prejuízo ao erário ou enriquecimento ilícito; além disso, o reexame das premissas fático-probatórias exigiria violação da Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Publique-se.
Full Case Text
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