AREsp 2916706 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial; negou-se provimento na extensão conhecida porque o acórdão recorrido estava devidamente fundamentado quanto à alegada negativa de prestação jurisdicional (arts. 489 e 1022 CPC), houve ausência de prequestionamento quanto a dispositivos indicados...
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- Parties
- Autor: JOELINA DE MENEZES DOREA; Réu / Agravante / Recorrente: BANCO MASTER S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 June 2025
- Procedural Posture
- Ação Declaratória De Nulidade De Cláusula Contratual Com Pedido De Rescisão Contratual E Danos Morais / Agravo Em Recurso Especial Interposto; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E, Nessa Extensão, Negado Provimento
- Legal Topics
- Contrato De Cartão De Crédito Consignado, Revisão Contratual, Dano Moral, Devolução Em Dobro, Prequestionamento, Negativa De Prestação Jurisdicional, Reexame De Fatos E Provas
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Parties
JOELINA DE MENEZES DOREA
Autor
BANCO MASTER S/A
Réu / Agravante / Recorrente
Procedural Posture
Ação Declaratória De Nulidade De Cláusula Contratual Com Pedido De Rescisão Contratual E Danos Morais / Agravo Em Recurso Especial Interposto; Recurso Especial Parcialmente Conhecido E, Nessa Extensão, Negado Provimento
Legal Issues
- 1 negativa de prestação jurisdicional (arts. 489 e 1022 do CPC)
- 2 ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ)
- 3 vedação ao reexame de fatos e provas e interpretação de cláusulas em recurso especial (Súmulas 5 e 7/STJ)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial; negou-se provimento na extensão conhecida porque o acórdão recorrido estava devidamente fundamentado quanto à alegada negativa de prestação jurisdicional (arts. 489 e 1022 CPC), houve ausência de prequestionamento quanto a dispositivos indicados (Súmula 211/STJ), e a pretensão de rediscutir fatos, provas e interpretação contratual encontra óbice nas Súmulas 5 e 7 do STJ; ademais, a decisão do TJ/BA estava em harmonia com a jurisprudência do STJ quanto à devolução em dobro de valores indevidamente cobrados, justificando a manutenção da condenação
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