REsp 1575469 - DECISAO
O Tribunal conheceu parcialmente do recurso especial e, na parte conhecida, negou-lhe provimento, por entender que o acórdão de origem é conforme a jurisprudência desta Corte (Temas 970 e 971), atribuiu responsabilidade solidária à construtora e à Caixa pela mora na entrega do imóvel, considerou indevida a cobrança de taxas relativas ao período de construção durante o atraso e confirmou a condenação em lucros cessantes no valor de R$ 26.600,00. Rejeitou-se o pedido de indenização por danos morais por configurar mero aborrecimento, e declinou-se a pretensão recursal por deficiência de fundamentação quanto à demonstração de ofensa legal e pelo impedimento de reexaminar o conjunto...
- Parties
- Autor: JOÃO ARACATY CALDAS NETO; Réu: Caixa Econômica Federal; Réu: Total Incorporação EIRELI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 March 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Conhecimento Parcial E, Na Parte Conhecida, Negar Provimento
- Outcome
- conheço parcialmente do recurso especial e, na parte conhecida, nego provimento
- Legal Topics
- Contrato De Compra E Venda, Financiamento Imobiliário, Programa Minha Casa Minha Vida, Atraso Na Entrega De Imóvel, Responsabilidade Solidária, Lucros Cessantes, Danos Morais, Congelamento Do Saldo Devedor, Recursos Repetitivos (temas 970 E 971)
Case Brief
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Parties
JOÃO ARACATY CALDAS NETO
Autor
Caixa Econômica Federal
Réu
Total Incorporação EIRELI
Réu
Procedural Posture
Recurso Especial / Conhecimento Parcial E, Na Parte Conhecida, Negar Provimento
Legal Issues
- 1 legitimidade e responsabilidade solidária da construtora e da Caixa Econômica pelo atraso
- 2 proibição de cobrança de taxas de construção no período de atraso
- 3 fixação de lucros cessantes
Ratio Decidendi
O Tribunal conheceu parcialmente do recurso especial e, na parte conhecida, negou-lhe provimento, por entender que o acórdão de origem é conforme a jurisprudência desta Corte (Temas 970 e 971), atribuiu responsabilidade solidária à construtora e à Caixa pela mora na entrega do imóvel, considerou indevida a cobrança de taxas relativas ao período de construção durante o atraso e confirmou a condenação em lucros cessantes no valor de R$ 26.600,00. Rejeitou-se o pedido de indenização por danos morais por configurar mero aborrecimento, e declinou-se a pretensão recursal por deficiência de fundamentação quanto à demonstração de ofensa legal e pelo impedimento de reexaminar o conjunto...
Court Disposition
conheço parcialmente do recurso especial e, na parte conhecida, nego provimento
Orders
- manutenção do acórdão recorrido
- intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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