AREsp 3163625 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, reconhecendo-se que não houve violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 porque o Tribunal de origem fundamentou a decisão e oportunizou a produção de provas; negou-se provimento ao recurso especial por dois motivos principais: (i) ausência de prequestionamento do art. 405 do CPC/2015, inviabilizando discussão no recurso especial (Súmula 211/STJ); e (ii) insuficiência do conjunto probatório para demonstrar o débito alegado, de modo que rever essa conclusão demandaria reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: ULTRALIMPO EMPREENDIMENTOS E SERVIÇOS LTDA.; Agravado: Município de Fortaleza
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 April 2026
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Conhecido Parcialmente Do Recurso Especial E, Nessa Extensão, Negado Lhe Provimento
- Legal Topics
- Contratos Administrativos, Reajuste Contratual, Ônus Da Prova, Prequestionamento, Insuficiência Probatória, Negativa De Prestação Jurisdicional, Súmula 7/stj, Súmula 211/stj
Case Brief
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Parties
ULTRALIMPO EMPREENDIMENTOS E SERVIÇOS LTDA.
Agravante
Município de Fortaleza
Agravado
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Conhecido Parcialmente Do Recurso Especial E, Nessa Extensão, Negado Lhe Provimento
Legal Issues
- 1 admissibilidade do recurso especial (prequestionamento do art. 405 do CPC/2015)
- 2 suficiência probatória dos documentos (atestos, apostilamentos, portarias de reconhecimento de dívida) para comprovar o débito por reajustes contratuais
- 3 ônus da prova (art. 373, I, CPC/2015)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, reconhecendo-se que não houve violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 porque o Tribunal de origem fundamentou a decisão e oportunizou a produção de provas; negou-se provimento ao recurso especial por dois motivos principais: (i) ausência de prequestionamento do art. 405 do CPC/2015, inviabilizando discussão no recurso especial (Súmula 211/STJ); e (ii) insuficiência do conjunto probatório para demonstrar o débito alegado, de modo que rever essa conclusão demandaria reexame fático-probatório vedado pela Súmula 7/STJ.
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