AREsp 1825084 - DECISAO

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Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial em razão de óbices de admissibilidade: a alegação de violação do art. 1.022 do CPC foi genérica e atingida pela Súmula 284/STF; não houve demonstração analítica e similitude fática para comprovar dissídio jurisprudencial; acórdão recorrido assentou...

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Parties
Recorrente/agravante: ERIKA SANTOS COSTA; Recorrido/ré: Município de Itanhaém
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
22 April 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial
Legal Topics
Contrato Temporário, Vínculo Jurídico Administrativo, FGTS, Prorrogação De Contrato, Concurso Público, Admissibilidade Do Recurso Especial, Dissídio Jurisprudencial, Súmulas Do STF
Direito Administrativo Direito Constitucional Direito Processual Civil Direito Do Trabalho Contrato Temporário Vínculo Jurídico Administrativo FGTS Prorrogação De Contrato +4 more

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Parties

ERIKA SANTOS COSTA

Recorrente/agravante

Município de Itanhaém

Recorrido/ré

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo; Não Conhecimento Do Recurso Especial

  1. 1 Alegada omissão/contradição não especificada nos termos do art. 1.022 do CPC
  2. 2 Possibilidade de recebimento do FGTS em razão de nulidade da contratação temporária e sucessivas prorrogações
  3. 3 Existência de óbices de admissibilidade do recurso especial (Súmula 284 STF, Súmula 283 STF, aplicação de legislação local)

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo, mas não se conheceu do recurso especial em razão de óbices de admissibilidade: a alegação de violação do art. 1.022 do CPC foi genérica e atingida pela Súmula 284/STF; não houve demonstração analítica e similitude fática para comprovar dissídio jurisprudencial; acórdão recorrido assentou fundamento autônomo e suficiente (natureza jurídico-administrativa da contratação amparada no art. 37, IX, CF e na Lei Municipal nº 3.327/07) não impugnado, aplicando-se Súmulas 283 e 280/STF; além disso, matéria constitucional alegada é própria do Supremo Tribunal Federal (art.102, III, CF).