AREsp 2563530 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque: (i) a alegação de que a condenação se apoiou em provas ilícitas demandaria reexame do conjunto fático-probatório após o Tribunal de origem ter decidido que as mensagens de WhatsApp foram afastadas e que a condenação se apoiou em provas independentes (vedação da Súmula 7/STJ); (ii) a tese de que o mesmo juízo que declarou a ilicitude profere a condenação não foi prequestionada pelo Tribunal de origem, atraindo o óbice da Súmula 211/STJ; e (iii) a impugnação via alínea 'c' não cumpriu os requisitos de confronto analítico entre acórdãos exigidos pelos arts. 1.029, §1º, do CPC e 255, §1º/§2º do RISTJ.
- Parties
- Agravante/recorrente: JHONATHAN FERNANDES SANTOS; Recorrido/ministerio Publico: MINISTERIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO - MP
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial No STJ (admissibilidade)
- Outcome
- Conheço do agravo; não conheço do recurso especial.
- Legal Topics
- Corrupção Passiva, Prova Ilícita, Whats App, Nulidade, Prequestionamento, Dissídio Jurisprudencial, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
JHONATHAN FERNANDES SANTOS
Agravante/recorrente
MINISTERIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO - MP
Recorrido/ministerio Publico
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Em Recurso Especial No STJ (admissibilidade)
Legal Issues
- 1 violação do art. 157, § 1º, do CPP (uso de provas obtidas via WhatsApp sem autorização)
- 2 violação do art. 157, § 5º, do CPP (mesmo juízo teria declarado ilicitude e proferido sentença)
- 3 prequestionamento ausente (Súmula 211/STJ)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque: (i) a alegação de que a condenação se apoiou em provas ilícitas demandaria reexame do conjunto fático-probatório após o Tribunal de origem ter decidido que as mensagens de WhatsApp foram afastadas e que a condenação se apoiou em provas independentes (vedação da Súmula 7/STJ); (ii) a tese de que o mesmo juízo que declarou a ilicitude profere a condenação não foi prequestionada pelo Tribunal de origem, atraindo o óbice da Súmula 211/STJ; e (iii) a impugnação via alínea 'c' não cumpriu os requisitos de confronto analítico entre acórdãos exigidos pelos arts. 1.029, §1º, do CPC e 255, §1º/§2º do RISTJ.
Court Disposition
Conheço do agravo; não conheço do recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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