AREsp 1754012 - DECISAO
O agravo não merece provimento porque a insurgência envolve reexame de fatos e provas (prévia conclusão do tribunal de origem de inexistência de fraude no medidor), o que é vedado pela Súmula 7/STJ, e porque não é cabível, em Recurso Especial, alegar ofensa a normas infralegais como Resoluções da ANEEL; ademais, a jurisprudência do STJ entende ser ilegítimo o corte por débitos pretéritos, e o acórdão recorrido concluiu pela ilegalidade do corte e pela existência do dano moral.
- Parties
- Recorrente: CPFL - COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 May 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão
- Outcome
- Agravo da COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ negado provimento
- Legal Topics
- Corte De Energia, Fraude No Medidor, Dano Moral, Súmula 7/stj, Resoluções Da ANEEL, Débito Pretérito, Ônus Da Prova
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
CPFL - COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ
Recorrente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão
Legal Issues
- 1 cabimento de argumento baseado em Resoluções da ANEEL no Recurso Especial
- 2 comprovação de fraude no medidor
- 3 legitimidade do corte de energia por débito pretérito
Ratio Decidendi
O agravo não merece provimento porque a insurgência envolve reexame de fatos e provas (prévia conclusão do tribunal de origem de inexistência de fraude no medidor), o que é vedado pela Súmula 7/STJ, e porque não é cabível, em Recurso Especial, alegar ofensa a normas infralegais como Resoluções da ANEEL; ademais, a jurisprudência do STJ entende ser ilegítimo o corte por débitos pretéritos, e o acórdão recorrido concluiu pela ilegalidade do corte e pela existência do dano moral.
Court Disposition
Agravo da COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ negado provimento
Orders
- Nega-se provimento ao agravo interposto pela COMPANHIA PAULISTA DE FORÇA E LUZ - CPFL.
- Majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% o valor já arbitrado a título de honorários sucumbenciais, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment