AREsp 2679380 - DECISAO
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e negou-se provimento porque o Tribunal de origem enfrentou as questões essenciais com motivação idônea, as provas constantes dos autos demonstram autoria e materialidade da sonegação fiscal (a recorrente exercia administração e responsabilidade contábil e foi beneficiária da fraude), e eventual pedido de absolvição implicaria revolvimento de fatos e provas vedado pela Súmula n. 7 do STJ; assim, não se comprovou a violação dos dispositivos apontados pela defesa, sendo aplicável a Súmula n. 568 do STJ para negar provimento.
- Parties
- Agravante: ANA CAROLINA RODRIGUES GOES DE MELO; Respondente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (julgamento Do Agravo)
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, com fundamento na Súmula n. 568 do STJ, negar-lhe provimento.
- Legal Topics
- Crimes Contra a Ordem Tributária, Sonegação Fiscal, Fundamentação Da Decisão Judicial, Reexame De Provas (súmula 7/stj), Dolo, Responsabilidade Penal, Substituição Da Pena Privativa Por Restritivas De Direitos
Case Brief
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Parties
ANA CAROLINA RODRIGUES GOES DE MELO
Agravante
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO
Respondente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (julgamento Do Agravo)
Legal Issues
- 1 Alegada violação do art. 1º, inciso I, da Lei n. 8.137/90 (ausência de dolo)
- 2 Alegada violação do art. 381, III, do CPP (fundamentação suficiente do acórdão)
- 3 Incidência da Súmula n. 7/STJ (vedação ao revolvimento de fatos e provas)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo para conhecer em parte do recurso especial e negou-se provimento porque o Tribunal de origem enfrentou as questões essenciais com motivação idônea, as provas constantes dos autos demonstram autoria e materialidade da sonegação fiscal (a recorrente exercia administração e responsabilidade contábil e foi beneficiária da fraude), e eventual pedido de absolvição implicaria revolvimento de fatos e provas vedado pela Súmula n. 7 do STJ; assim, não se comprovou a violação dos dispositivos apontados pela defesa, sendo aplicável a Súmula n. 568 do STJ para negar provimento.
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, com fundamento na Súmula n. 568 do STJ, negar-lhe provimento.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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