AREsp 1898778 - DECISAO
O Tribunal considerou incontroverso que o recorrente anuíra e assinara o acordo homologado em 28/06/2019, cuja cláusula quinta transferiu a responsabilidade pelos honorários advocatícios, inclusive sucumbenciais, para os executados/devedores; o recorrente não comprovou vício de vontade ou qualquer causa de invalidade do negócio jurídico; o print de WhatsApp não afasta a anuência; os valores levantados antes do acordo não são devidos à devolução; e a pretensão recursal exigiria revolvimento de matéria fático-probatória e reexame de cláusulas contratuais, o que inviabiliza o conhecimento do recurso especial à luz das Súmulas 5 e 7 do STJ, razão pela qual conheceu-se do agravo para não...
- Parties
- Recorrente: ADWARDYS DE BARROS VINHAL; Apelado: Banco; Executados: Executados/Devedores
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 06 August 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial
- Legal Topics
- Cumprimento De Sentença, Acordo Homologado, Honorários De Sucumbência, Invalidade Do Negócio Jurídico, Súmulas 5 E 7 Do STJ, Reexame De Prova E Cláusulas Contratuais
Case Brief
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Parties
ADWARDYS DE BARROS VINHAL
Recorrente
Banco
Apelado
Executados/Devedores
Executados
Procedural Posture
Agravo / Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se o acordo homologado abrangeu a responsabilidade pelo pagamento dos honorários sucumbenciais
- 2 Se houve vício de vontade ou outra causa de invalidade do acordo assinado pelo recorrente
- 3 Se há dever de devolução de valores levantados antes do acordo
Ratio Decidendi
O Tribunal considerou incontroverso que o recorrente anuíra e assinara o acordo homologado em 28/06/2019, cuja cláusula quinta transferiu a responsabilidade pelos honorários advocatícios, inclusive sucumbenciais, para os executados/devedores; o recorrente não comprovou vício de vontade ou qualquer causa de invalidade do negócio jurídico; o print de WhatsApp não afasta a anuência; os valores levantados antes do acordo não são devidos à devolução; e a pretensão recursal exigiria revolvimento de matéria fático-probatória e reexame de cláusulas contratuais, o que inviabiliza o conhecimento do recurso especial à luz das Súmulas 5 e 7 do STJ, razão pela qual conheceu-se do agravo para não...
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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