AREsp 2552205 - DECISAO
Nega-se provimento ao agravo porque a questão relativa à penhora de percentual da remuneração já havia sido decidida anteriormente e tornou-se preclusa, não tendo tal decisão sido impugnada, o que impede nova deliberação; além disso, a manutenção do acórdão está amparada em fundamento suficiente não atacado (incidência das Súmulas 283/284 do STF) e o reexame demandado implicaria revolvimento de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7 do STJ.
- Parties
- Agravante: Agravante; Agravado: Agravado
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Cumprimento De Sentença, Penhora De Percentual Da Remuneração, Preclusão, Honorários Advocatícios
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Agravante
Agravante
Agravado
Agravado
Procedural Posture
Agravo / Decisão
Legal Issues
- 1 penhorabilidade de percentual da remuneração do executado
- 2 preclusão da matéria quanto ao pedido de penhora já decidido
- 3 alegada violação do art. 833, § 2º, do CPC
Ratio Decidendi
Nega-se provimento ao agravo porque a questão relativa à penhora de percentual da remuneração já havia sido decidida anteriormente e tornou-se preclusa, não tendo tal decisão sido impugnada, o que impede nova deliberação; além disso, a manutenção do acórdão está amparada em fundamento suficiente não atacado (incidência das Súmulas 283/284 do STF) e o reexame demandado implicaria revolvimento de matéria fático-probatória vedado pela Súmula 7 do STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Deixo de majorar os honorários nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment