REsp 2233542 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso especial porque o acórdão recorrido não era omisso e examinou as questões relevantes; a ilegitimidade passiva foi considerada preclusa por não ter sido arguida na fase de conhecimento (arts. 338 e 339 CPC) e a alegação de inexigibilidade da obrigação de fazer foi rejeitada por estar decidida nos autos e por ausência de prova de que a obrigação seria inexigível, não havendo omissão sanável pelos embargos declaratórios.
- Parties
- Recorrente: ESTADO DO TOCANTINS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 December 2025
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento Do Recurso Especial
- Outcome
- Recurso especial desprovido
- Legal Topics
- Cumprimento De Sentença, Ilegitimidade Passiva, Inexigibilidade Da Obrigação De Fazer, Preclusão, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
ESTADO DO TOCANTINS
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Ilegitimidade passiva e sua preclusão por não ter sido alegada na fase de conhecimento
- 2 Inexigibilidade da obrigação de fazer imposta ao Estado do Tocantins
- 3 Alegação de omissão quanto ao art. 1.022 do CPC/2015
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso especial porque o acórdão recorrido não era omisso e examinou as questões relevantes; a ilegitimidade passiva foi considerada preclusa por não ter sido arguida na fase de conhecimento (arts. 338 e 339 CPC) e a alegação de inexigibilidade da obrigação de fazer foi rejeitada por estar decidida nos autos e por ausência de prova de que a obrigação seria inexigível, não havendo omissão sanável pelos embargos declaratórios.
Court Disposition
Recurso especial desprovido
Orders
- Recurso especial desprovido.
- Embargos de declaração rejeitados.
Full Case Text
Judgment text and source record
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