AREsp 1731588 - DECISAO

AREsp 1731588 - DECISAO

Negou-se provimento ao agravo porque, diante da responsabilidade solidária entre os entes, a citação válida do Estado do Paraná interrompeu a prescrição em relação à União, não havendo ocorrência da prescrição; além disso, foi reconhecido o termo inicial da prescrição em 27/08/2007 e aplicou-se a retroação da interrupção prevista no art. 240 do CPC/2015.

Parties
Agravante: UNIÃO; Ré: FACULDADE VIZIVALI; Ré: IESDE do Brasil S.A.; Ré: Estado do Paraná
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
03 August 2021
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada
Outcome
Negado provimento ao agravo em recurso especial interposto pela UNIÃO.
Legal Topics
Dano Moral, Dano Material, Responsabilidade Solidária, Prescrição, Prestação Jurisdicional, Juros E Correção Monetária, Honorários Sucumbenciais

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 16 Party arguments 2 Amounts and remedies 3
Sign in to unlock

Parties

UNIÃO

Agravante

FACULDADE VIZIVALI

IESDE do Brasil S.A.

Estado do Paraná

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Colegiada

  1. 1 termo inicial da prescrição
  2. 2 interrupção da prescrição por citação de outro ente federado
  3. 3 responsabilidade solidária da União

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo porque, diante da responsabilidade solidária entre os entes, a citação válida do Estado do Paraná interrompeu a prescrição em relação à União, não havendo ocorrência da prescrição; além disso, foi reconhecido o termo inicial da prescrição em 27/08/2007 e aplicou-se a retroação da interrupção prevista no art. 240 do CPC/2015.

Court Disposition

Negado provimento ao agravo em recurso especial interposto pela UNIÃO.

Orders

  • Negado provimento ao agravo em recurso especial interposto pela UNIÃO.
  • Majoram-se os honorários sucumbenciais em 10% em desfavor da parte recorrente, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites percentuais aplicáveis.