AREsp 1607665 - DECISAO
Negou-se provimento ao agravo por entender que, embora tenha havido contrato de financiamento fraudulento em nome da recorrente, não restou demonstrado o nexo de causalidade adequado entre a conduta da instituição financeira e a inscrição no CADIN, uma vez que a inscrição foi realizada pela Secretaria da Fazenda Estadual em razão de débitos tributários; o banco comprovou ter adotado providências (comunicação aos órgãos) e, assim, não há obrigação de indenizar. Aplicou-se também o óbice da Súmula 7/STJ quanto à reavaliação de fatos e provas.
- Parties
- Recorrente / Agravante: MARIA APARECIDA DE OLIVEIRA BALDASSI; Recorrido / Réu: instituição financeira (banco recorrido)
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 November 2021
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito (stj) Agravo Não Provido
- Outcome
- Nego provimento ao agravo
- Legal Topics
- Dano Moral, Nexo De Causalidade, Responsabilidade Objetiva, Inscrição Em Cadastro De Inadimplentes (cadin), Ilegitimidade Passiva
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
MARIA APARECIDA DE OLIVEIRA BALDASSI
Recorrente / Agravante
instituição financeira (banco recorrido)
Recorrido / Réu
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão De Mérito (stj) Agravo Não Provido
Legal Issues
- 1 Existência de nexo de causalidade entre a conduta do banco e a inscrição no CADIN
- 2 Aplicabilidade da responsabilidade objetiva da instituição financeira
- 3 Ilegitimidade passiva do banco diante de inscrição efetuada pela Fazenda Pública
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo por entender que, embora tenha havido contrato de financiamento fraudulento em nome da recorrente, não restou demonstrado o nexo de causalidade adequado entre a conduta da instituição financeira e a inscrição no CADIN, uma vez que a inscrição foi realizada pela Secretaria da Fazenda Estadual em razão de débitos tributários; o banco comprovou ter adotado providências (comunicação aos órgãos) e, assim, não há obrigação de indenizar. Aplicou-se também o óbice da Súmula 7/STJ quanto à reavaliação de fatos e provas.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo
Orders
- Majorar honorários advocatícios em desfavor da parte recorrente em 10% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art.85, §11, do CPC
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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