AREsp 1899097 - DECISAO
O tribunal verificou que não houve omissão no acórdão recorrido, pois a Corte de origem examinou e fundamentou a ilegitimidade passiva do Banco, identificando que a inscrição foi ordenada pelo cessionário (Ativos S/A). Quanto à alegação de ofensa ao art. 4º do CPC/2015, não houve prequestionamento nos autos, sendo aplicáveis as Súmulas 282 e 356 do STF. A pretensão de reconhecer ato ilícito exigiria reavaliação do conjunto fático-probatório, vedada pelo entendimento consolidado na Súmula 7 do STJ. A alegada divergência jurisprudencial careceu de indicação do dispositivo federal violado, incidindo a Súmula 284 do STF. Diante disso, o agravo foi conhecido e o recurso especial negado...
- Parties
- Recorrente/apelante: Banco do Brasil; Cessionário/credor: Ativos S/A; Autor: Autor
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 December 2021
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos Contra Inadmissão De Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo E Inadmissão Do Recurso Especial (conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Resp)
- Outcome
- Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Dano Moral, Inscrição Em Cadastro De Inadimplentes, Ilegitimidade Passiva, Omissão (art. 1.022 Cpc), Prequestionamento (art. 4º Cpc), Súmulas E Admissibilidade
Case Brief
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Parties
Banco do Brasil
Recorrente/apelante
Ativos S/A
Cessionário/credor
Autor
Autor
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos Contra Inadmissão De Recurso Especial / Decisão Sobre Agravo E Inadmissão Do Recurso Especial (conhecimento Do Agravo E Julgamento Do Resp)
Legal Issues
- 1 existência ou inexistência do débito (mérito)
- 2 omissão do acórdão recorrida (art. 1.022 CPC)
- 3 prequestionamento para vigor do art. 4º do CPC/2015
Ratio Decidendi
O tribunal verificou que não houve omissão no acórdão recorrido, pois a Corte de origem examinou e fundamentou a ilegitimidade passiva do Banco, identificando que a inscrição foi ordenada pelo cessionário (Ativos S/A). Quanto à alegação de ofensa ao art. 4º do CPC/2015, não houve prequestionamento nos autos, sendo aplicáveis as Súmulas 282 e 356 do STF. A pretensão de reconhecer ato ilícito exigiria reavaliação do conjunto fático-probatório, vedada pelo entendimento consolidado na Súmula 7 do STJ. A alegada divergência jurisprudencial careceu de indicação do dispositivo federal violado, incidindo a Súmula 284 do STF. Diante disso, o agravo foi conhecido e o recurso especial negado...
Court Disposition
Conheço do agravo e nego provimento ao recurso especial
Orders
- Conheço do agravo
- Nego provimento ao recurso especial
Full Case Text
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