AREsp 2488776 - DECISAO

AREsp 2488776 - DECISAO

Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque a pretensão implicaria reexame do acervo fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, e porque a recorrente não demonstrou o dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico entre os acórdãos paradigmáticos e o recorrido; por essas razões o recurso especial não foi conhecido.

Parties
Agravante: LIOMAURA RODRIGUES DE MENEZES
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
06 February 2024
Procedural Posture
Agravo / Decisão Sobre Não Conhecimento Do Recurso Especial
Outcome
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Legal Topics
Dano Moral, Empréstimo Consignado, Recurso Especial, Súmula 7/stj, Dissídio Jurisprudencial, Ônus Sucumbenciais, Honorários Advocatícios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 8 Authorities cited 24 Party arguments 2 Amounts and remedies 1
Sign in to unlock

Parties

LIOMAURA RODRIGUES DE MENEZES

Agravante

Procedural Posture

Agravo / Decisão Sobre Não Conhecimento Do Recurso Especial

  1. 1 Caracterização do dano moral por contratação de empréstimo consignado sem anuência
  2. 2 Incidência da Súmula 7/STJ e vedação ao reexame de prova em recurso especial
  3. 3 Requisitos para demonstração de dissídio jurisprudencial (cotejo analítico)

Ratio Decidendi

Conheceu-se do agravo para não conhecer do recurso especial porque a pretensão implicaria reexame do acervo fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, e porque a recorrente não demonstrou o dissídio jurisprudencial mediante cotejo analítico entre os acórdãos paradigmáticos e o recorrido; por essas razões o recurso especial não foi conhecido.

Court Disposition

Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.

Orders

  • Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
  • Majoro os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem.