AREsp 2669657 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque modificar o entendimento do Tribunal local acerca da ocorrência de danos morais exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula 7/STJ.
- Parties
- Agravante: JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 November 2024
- Procedural Posture
- AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / Decisão Colegiada Julgamento Na Terceira Turma
- Outcome
- Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno.
- Legal Topics
- Dano Moral, Reexame De Prova, Súmula 7/stj, Hipoteca, Responsabilidade Objetiva, Art. 14 Do CDC
Case Brief
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Parties
JOÃO FORTES ENGENHARIA S.A.
Agravante
Procedural Posture
AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / Decisão Colegiada Julgamento Na Terceira Turma
Legal Issues
- 1 Impedimento de reexame de matéria fático-probatória pelo enunciado da Súmula 7/STJ
- 2 Caracterização de dano moral pela permanência de gravame hipotecário após quitação
- 3 Aplicação da responsabilidade objetiva do fornecedor (art. 14 do CDC)
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque modificar o entendimento do Tribunal local acerca da ocorrência de danos morais exigiria reexame de matéria fático-probatória, vedado pela Súmula 7/STJ.
Court Disposition
Agravo interno improvido; negar provimento ao agravo interno.
Orders
- Negar provimento ao agravo interno.
- Ficar as partes cientificadas de que a oposição de embargos manifestamente inadmissíveis ou protelatórios a este acórdão ensejará a imposição da multa prevista no art. 1.026, § 2º, do CPC/2015.
Full Case Text
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