REsp 1910566 - DECISAO
Apesar de reconhecida a abusividade na contratação, não houve prova de dano moral capaz de justificar indenização (ausência de negativação e fatos classificados como mero dissabor); além disso, o acolhimento da pretensão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, e as alegações sobre dever de informação não eram pertinentes ao tema decidido, pelo que o agravo foi negado provimento.
- Parties
- Recorrente: Maria Graciete Matos da Cruz; Recorrido: instituição financeira
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 February 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Agravo Regimental Decisão
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Dano Moral, Contrato De Cartão De Crédito Consignado, Dever De Informação, Reexame Fático Probatório, Súmula 7/stj
Case Brief
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Parties
Maria Graciete Matos da Cruz
Recorrente
instituição financeira
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Agravo Regimental Decisão
Legal Issues
- 1 existência de dano moral por contratação abusiva de cartão de crédito consignado
- 2 violação do dever de informação pelo banco
- 3 pretensão de devolução em dobro de valores pagos
Ratio Decidendi
Apesar de reconhecida a abusividade na contratação, não houve prova de dano moral capaz de justificar indenização (ausência de negativação e fatos classificados como mero dissabor); além disso, o acolhimento da pretensão exigiria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ, e as alegações sobre dever de informação não eram pertinentes ao tema decidido, pelo que o agravo foi negado provimento.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Nos termos do art. 85, § 11, do CPC/15, majoro em 10% a quantia já arbitrada a título de honorários em favor da parte recorrida.
Full Case Text
Judgment text and source record
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