REsp 1874935 - DECISAO

REsp 1874935 - DECISAO

Não conheço do recurso especial porque suas razões estão dissociadas da fundamentação adotada pelo Tribunal de origem; o acórdão estadual corretamente reconheceu a ilicitude administrativa pela inscrição indevida e protesto em nome de homônimo e caracterizou o dano moral, fixando R$10.000,00 como valor compensatório suficiente para reparar os dissabores experimentados pelo recorrido.

Parties
Recorrente: MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
11 May 2021
Procedural Posture
Recurso Especial (origem: Ação Anulatória De Débito Fiscal Cumulada Com Pedido De Indenização Por Danos Morais) / Decisão De Não Conhecimento Do Recurso Especial
Outcome
Não conheço do recurso especial (art. 255, § 4º, I, do RISTJ).
Legal Topics
Dano Moral, Indenização, Inscrição Na Dívida Ativa, Homônimo, Protesto De Título, Quantum Debeatur, Honorários Sucumbenciais

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Parties

MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Especial (origem: Ação Anulatória De Débito Fiscal Cumulada Com Pedido De Indenização Por Danos Morais) / Decisão De Não Conhecimento Do Recurso Especial

  1. 1 Caracterização de conduta ilícita da Administração por cobrança tributária indevida e protesto em desfavor de homônimo
  2. 2 Caracterização do dano moral em razão de aborrecimento e constrangimento decorrente de inscrição indevida e protesto
  3. 3 Critério de fixação do quantum debeatur como compensatório e não punitivo

Ratio Decidendi

Não conheço do recurso especial porque suas razões estão dissociadas da fundamentação adotada pelo Tribunal de origem; o acórdão estadual corretamente reconheceu a ilicitude administrativa pela inscrição indevida e protesto em nome de homônimo e caracterizou o dano moral, fixando R$10.000,00 como valor compensatório suficiente para reparar os dissabores experimentados pelo recorrido.

Court Disposition

Não conheço do recurso especial (art. 255, § 4º, I, do RISTJ).

Orders

  • Não conheço do recurso especial (art. 255, § 4º, I, do RISTJ)
  • Caso exista nos autos prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados os limites percentuais aplicáveis e o art. 98, § 3º, do CPC/2015.