REsp 1963768 - DECISAO
O STJ negou provimento ao recurso especial por entender que o valor de R$ 3.000,00 a título de danos morais não é manifestamente irrisório, sendo adequada a aplicação dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade diante das circunstâncias (desconto mensal de R$ 40,13 em benefício previdenciário e inexistência de prova da disponibilização do numerário pela instituição). Ademais, não havendo comprovação de má-fé da instituição financeira, é indevida a repetição do indébito em dobro; por fim, não é possível o reexame fático-probatório da questão no recurso especial, nos termos da Súmula 7/STJ, e a decisão foi proferida nos termos do art. 932 do CPC/2015 c/c Súmula 568/STJ.
- Parties
- Recorrente: FRANCISCA AVILAR DE OLIVEIRA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 October 2021
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso especial.
- Legal Topics
- Danos Morais, Repetição De Indébito, Responsabilidade Objetiva, Fraude Bancária, Juros Moratórios, Súmulas E Precedentes
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
FRANCISCA AVILAR DE OLIVEIRA
Recorrente
Procedural Posture
Recurso Especial / Decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Se o valor arbitrado a título de danos morais observou os princípios da proporcionalidade e razoabilidade
- 2 Se a restituição dos valores descontados indevidamente deve ocorrer em dobro com fundamento no art. 42 do CDC
- 3 Qual o termo inicial dos juros moratórios em responsabilidade extracontratual
Ratio Decidendi
O STJ negou provimento ao recurso especial por entender que o valor de R$ 3.000,00 a título de danos morais não é manifestamente irrisório, sendo adequada a aplicação dos princípios da proporcionalidade e razoabilidade diante das circunstâncias (desconto mensal de R$ 40,13 em benefício previdenciário e inexistência de prova da disponibilização do numerário pela instituição). Ademais, não havendo comprovação de má-fé da instituição financeira, é indevida a repetição do indébito em dobro; por fim, não é possível o reexame fático-probatório da questão no recurso especial, nos termos da Súmula 7/STJ, e a decisão foi proferida nos termos do art. 932 do CPC/2015 c/c Súmula 568/STJ.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso especial.
Orders
- Nego provimento ao recurso especial.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment