AREsp 2214407 - DECISAO
O Tribunal entendeu que a recusa da PREVI em conceder empréstimo decorreu do exercício regular de critérios internos previstos no regulamento da entidade e do princípio da autonomia da vontade (art. 421 CC), não caracterizando ato ilícito apto a ensejar indenização por danos morais; ademais, o acórdão de origem fundamentou adequadamente as questões suscitadas, de modo que a modificação do entendimento implicaria reexame de matéria fático-probatória vedado pelo enunciado da Súmula 7/STJ, justificando a negativa de provimento ao recurso especial.
- Parties
- Agravante/recorrente: JOSE HERMANO PESSOA SERRANO; Agravado/recorrido: PREVI
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 March 2024
- Procedural Posture
- Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Agravo Conhecido; Recurso Especial Conhecido Parcialmente E Negado Provimento Pelo STJ
- Outcome
- Agravo conhecido; recurso especial conhecido parcialmente e negado provimento
- Legal Topics
- Danos Morais, Autonomia Da Vontade (liberdade De Contratar), Negativa De Concessão De Empréstimo, Omissão/negativa De Prestação Jurisdicional, Admissibilidade De Recurso Especial, Súmula 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOSE HERMANO PESSOA SERRANO
Agravante/recorrente
PREVI
Agravado/recorrido
Procedural Posture
Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Agravo Conhecido; Recurso Especial Conhecido Parcialmente E Negado Provimento Pelo STJ
Legal Issues
- 1 Se a recusa de concessão de empréstimo por entidade de previdência privada configura ato ilícito gerador de dano moral
- 2 Se houve negativa de prestação jurisdicional/omissão no acórdão recorrido
- 3 Aplicação do princípio da autonomia da vontade e da regulamentação interna da entidade para a concessão de empréstimos
Ratio Decidendi
O Tribunal entendeu que a recusa da PREVI em conceder empréstimo decorreu do exercício regular de critérios internos previstos no regulamento da entidade e do princípio da autonomia da vontade (art. 421 CC), não caracterizando ato ilícito apto a ensejar indenização por danos morais; ademais, o acórdão de origem fundamentou adequadamente as questões suscitadas, de modo que a modificação do entendimento implicaria reexame de matéria fático-probatória vedado pelo enunciado da Súmula 7/STJ, justificando a negativa de provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Agravo conhecido; recurso especial conhecido parcialmente e negado provimento
Orders
- Conheço do agravo
- Conheço parcialmente do recurso especial
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment