REsp 2161756 - DECISAO
O Recurso Especial não foi conhecido porque os dispositivos indicados (arts. 186 e 927 do CC) não demonstram, por si sós, violação de norma federal capaz de infirmar o acórdão recorrido, cuja conclusão de afastamento da responsabilidade estatal assentou-se em valoração fático-probatória (ausência de prova de que agentes públicos divulgaram o vídeo). Rever tal conclusão demandaria reexame de fatos e provas, vedado pelo enunciado da Súmula 7/STJ; ademais, as razões recursais foram consideradas deficientes nos termos da Súmula 284/STF (aplicada por analogia). A decisão monocrática está autorizada pelo art. 932, III, do CPC/2015 e normas regimentais do STJ.
- Parties
- Recorrente: CARLOS EDUARDO DA SILVA; Recorrente: OUTRO; Recorrido: FAZENDA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 August 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Não Conhecimento (decisão Monocrática)
- Outcome
- Não conheço do Recurso Especial.
- Legal Topics
- Danos Morais, Responsabilidade Civil Estatal, Divulgação De Imagens, Prova, Súmula 7/stj, Súmula 284/stf
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
CARLOS EDUARDO DA SILVA
Recorrente
OUTRO
Recorrente
FAZENDA PÚBLICA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Recorrido
Procedural Posture
Recurso Especial / Não Conhecimento (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 Se há prova de que agentes públicos divulgaram vídeo da operação policial contendo imagem do filho dos recorrentes
- 2 Se o recurso especial pode reexaminar matéria fático-probatória analisada pelo Tribunal de origem
- 3 Se os dispositivos apontados (arts. 186 e 927 CC) foram violados de modo a infirmar o acórdão recorrido
Ratio Decidendi
O Recurso Especial não foi conhecido porque os dispositivos indicados (arts. 186 e 927 do CC) não demonstram, por si sós, violação de norma federal capaz de infirmar o acórdão recorrido, cuja conclusão de afastamento da responsabilidade estatal assentou-se em valoração fático-probatória (ausência de prova de que agentes públicos divulgaram o vídeo). Rever tal conclusão demandaria reexame de fatos e provas, vedado pelo enunciado da Súmula 7/STJ; ademais, as razões recursais foram consideradas deficientes nos termos da Súmula 284/STF (aplicada por analogia). A decisão monocrática está autorizada pelo art. 932, III, do CPC/2015 e normas regimentais do STJ.
Court Disposition
Não conheço do Recurso Especial.
Orders
- Não conheço do Recurso Especial.
- Fixam-se honorários recursais em 10% sobre a base de cálculo anteriormente estabelecida, com exigibilidade suspensa, nos termos dos arts. 85, §11 e 98, §3º do Código de Processo Civil.
Full Case Text
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