AREsp 2728083 - DECISAO

AREsp 2728083 - DECISAO

O Superior Tribunal de Justiça considerou que não houve omissão quanto à análise da ilegitimidade passiva da União, manteve o entendimento de que FUNASA e União são legitimadas para figurar no polo passivo, aplicou o entendimento de que o termo inicial da prescrição é a data da ciência da contaminação comprovada por laudo (28/02/2018), concluiu que não ocorreu prescrição e confirmou a procedência do pedido de indenização por danos morais fixado em R$ 3.000,00 por ano de exposição; conheceu parcialmente do agravo da União e, nessa parte, negou-lhe provimento, homologou a desistência do agravo da FUNASA e majorou em 1% os honorários advocatícios em desfavor da União.

Parties
Autor: Vicente Paulo Ribeiro; Réu: Fundação Nacional de Saúde - FUNASA; Réu: União
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
17 October 2024
Procedural Posture
Ação Ordinária De Indenização Por Danos Morais / Agravo Em Recurso Especial Julgamento No Superior Tribunal De Justiça
Outcome
Conheci parcialmente do agravo interposto pela União para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa parte, neguei-lhe provimento; homologuei a desistência do agravo em recurso especial interposto pela FUNASA; majorei em 1 ponto percentual os honorários advocatícios fixados no acórdão recorrido,...
Legal Topics
Danos Morais, Prescrição, Legitimidade Passiva, Honorários Advocatícios, Responsabilidade Civil Do Estado, Contaminação Por DDT

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Parties

Vicente Paulo Ribeiro

Autor

Fundação Nacional de Saúde - FUNASA

Réu

União

Réu

Procedural Posture

Ação Ordinária De Indenização Por Danos Morais / Agravo Em Recurso Especial Julgamento No Superior Tribunal De Justiça

  1. 1 ilegitimidade passiva da União e da FUNASA
  2. 2 termo inicial do prazo prescricional (data de ciência pela vítima)
  3. 3 possibilidade de indenização por dano moral em razão de contaminação por inseticida (DDT)

Ratio Decidendi

O Superior Tribunal de Justiça considerou que não houve omissão quanto à análise da ilegitimidade passiva da União, manteve o entendimento de que FUNASA e União são legitimadas para figurar no polo passivo, aplicou o entendimento de que o termo inicial da prescrição é a data da ciência da contaminação comprovada por laudo (28/02/2018), concluiu que não ocorreu prescrição e confirmou a procedência do pedido de indenização por danos morais fixado em R$ 3.000,00 por ano de exposição; conheceu parcialmente do agravo da União e, nessa parte, negou-lhe provimento, homologou a desistência do agravo da FUNASA e majorou em 1% os honorários advocatícios em desfavor da União.

Court Disposition

Conheci parcialmente do agravo interposto pela União para conhecer parcialmente do recurso especial e, nessa parte, neguei-lhe provimento; homologuei a desistência do agravo em recurso especial interposto pela FUNASA; majorei em 1 ponto percentual os honorários advocatícios fixados no acórdão recorrido,...

Orders

  • Negado provimento ao agravo interposto pela União (conhecimento parcial e desprovimento na parte conhecida)
  • Homologada a desistência do agravo em recurso especial interposto pela FUNASA (art. 998 CPC)