AREsp 2681481 - DECISAO

AREsp 2681481 - DECISAO

Negou-se provimento ao agravo em recurso especial porque o recorrente não cumpriu os requisitos de fundamentação e de demonstração do dissídio jurisprudencial: houve deficiência na indicação dos dispositivos legais supostamente violados (óbice da Súmula 284/STF) e seria necessária incursão em matéria fática para revisar o quantum da indenização (óbice da Súmula 7/STJ); ademais, não foi realizado o cotejo analítico exigido para declarar divergência jurisprudencial, razão pela qual o recurso é inadmissível.

Parties
Agravante: BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.; Recorrida: AUTORA
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
06 June 2025
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Inadmissão De Recurso Especial
Legal Topics
Danos Morais, Empréstimo Consignado, Limitação De Descontos, Dissídio Jurisprudencial, Súmulas Constitucionais E Do STJ, Honorários Advocatícios

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

BANCO MERCANTIL DO BRASIL S.A.

Agravante

AUTORA

Recorrida

Procedural Posture

Agravo Em Recurso Especial / Decisão Sobre Inadmissão De Recurso Especial

  1. 1 inadmissibilidade do recurso especial por deficiência de fundamentação (Súmula 284/STF)
  2. 2 impossibilidade de revisão do quantum de indenização em recurso especial por óbice da Súmula 7/STJ
  3. 3 aplicabilidade da limitação de 30% para descontos decorrentes de empréstimos consignados

Ratio Decidendi

Negou-se provimento ao agravo em recurso especial porque o recorrente não cumpriu os requisitos de fundamentação e de demonstração do dissídio jurisprudencial: houve deficiência na indicação dos dispositivos legais supostamente violados (óbice da Súmula 284/STF) e seria necessária incursão em matéria fática para revisar o quantum da indenização (óbice da Súmula 7/STJ); ademais, não foi realizado o cotejo analítico exigido para declarar divergência jurisprudencial, razão pela qual o recurso é inadmissível.