RMS 65921 - ACORDAO
O agravo interno foi negado por unanimidade porque o Tribunal concluiu que o prazo decadencial de 120 dias previsto no art. 23 da Lei 12.016/2009 foi implementado antes da propositura do mandado de segurança (a petição inicial do mandamus foi protocolada em 09/06/2020), tendo a data de início do prazo sido a da negativa de desconstituição da certidão de trânsito em julgado (despacho de 15/04/2015) e, alternativamente, a publicação de 06/12/2019 que reiterou a decisão; assim, o prazo não pôde ser suspenso, interrompido ou reiniciado por reiteração de pedidos, de modo que a ação mostrou-se intempestiva
- Parties
- Agravante / Impetrante (representante Da Cooperativa): PAULO MARCELO CURCI NARDY; Impetrante: COOPERATIVA DE LATICINOS DE BRAGANÇA PAULISTA - EM LIQUIDAÇÃO; Impetrada: EMPRESA ELETRICA BRAGANTINA S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 December 2021
- Procedural Posture
- Mandado De Segurança / Agravo Interno No Recurso Ordinário
- Legal Topics
- Decadência, Prazo Decadencial, Mandado De Segurança, Trânsito Em Julgado, Exceção De Suspeição, Nulidade, Intimação/ciência Da Decisão, Devido Processo Legal
Case Brief
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Parties
PAULO MARCELO CURCI NARDY
Agravante / Impetrante (representante Da Cooperativa)
COOPERATIVA DE LATICINOS DE BRAGANÇA PAULISTA - EM LIQUIDAÇÃO
Impetrante
EMPRESA ELETRICA BRAGANTINA S/A
Impetrada
Procedural Posture
Mandado De Segurança / Agravo Interno No Recurso Ordinário
Legal Issues
- 1 se ocorreu decadência do direito de impetrar mandado de segurança
- 2 qual a data de início do prazo decadencial de 120 dias (ciência do ato impugnado)
- 3 ilegalidade na certificação do trânsito em julgado e consequente nulidade
Ratio Decidendi
O agravo interno foi negado por unanimidade porque o Tribunal concluiu que o prazo decadencial de 120 dias previsto no art. 23 da Lei 12.016/2009 foi implementado antes da propositura do mandado de segurança (a petição inicial do mandamus foi protocolada em 09/06/2020), tendo a data de início do prazo sido a da negativa de desconstituição da certidão de trânsito em julgado (despacho de 15/04/2015) e, alternativamente, a publicação de 06/12/2019 que reiterou a decisão; assim, o prazo não pôde ser suspenso, interrompido ou reiniciado por reiteração de pedidos, de modo que a ação mostrou-se intempestiva
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