AREsp 2617188 - DECISAO
Reconsiderou-se a decisão da Presidência para conhecer do agravo, reconhecendo a tempestividade dos recursos, mas manteve-se que as alegadas violações de dispositivos do Código Civil não foram pré-questionadas na decisão de origem, sendo inviável seu exame em sede de recurso especial (aplicação da Súmula 211/STJ); no mérito, o Tribunal a quo corretamente concluiu pela inexigibilidade das cobranças por se tratarem de débito de IPTU (despesa tributária regular e periódica) e aplicou, por analogia, o art. 22, par. único, da Lei 8.245/1991; a redistribuição dos honorários, por envolver questões fático-probatórias, não comporta reexame em recurso especial (Súmula 7/STJ).
- Parties
- Agravante: parte agravante; Recorrente: parte recorrente; Autor: autor; Recorrido: recorrido
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno / Reexame Pelo Colegiado Do Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Conhecer do agravo e negar-lhe provimento
- Legal Topics
- Decadência, Prescrição, Interpretação Do Negócio Jurídico, Prequestionamento, Súmula 7/stj, Súmula 211/stj, Súmula 283/stf, Honorários Advocatícios, Inexigibilidade De Contribuição Associativa Extraordinária, Repetição Simples
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
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Parties
parte agravante
Agravante
parte recorrente
Recorrente
autor
Autor
recorrido
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Interno / Reexame Pelo Colegiado Do Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 tempestividade do agravo e do recurso especial
- 2 prequestionamento para discussão de matérias de mérito no recurso especial
- 3 incidência da Súmula 7/STJ quanto à impossibilidade de reexame de questões fático-probatórias
Ratio Decidendi
Reconsiderou-se a decisão da Presidência para conhecer do agravo, reconhecendo a tempestividade dos recursos, mas manteve-se que as alegadas violações de dispositivos do Código Civil não foram pré-questionadas na decisão de origem, sendo inviável seu exame em sede de recurso especial (aplicação da Súmula 211/STJ); no mérito, o Tribunal a quo corretamente concluiu pela inexigibilidade das cobranças por se tratarem de débito de IPTU (despesa tributária regular e periódica) e aplicou, por analogia, o art. 22, par. único, da Lei 8.245/1991; a redistribuição dos honorários, por envolver questões fático-probatórias, não comporta reexame em recurso especial (Súmula 7/STJ).
Court Disposition
Conhecer do agravo e negar-lhe provimento
Orders
- Reconsiderar a decisão da Presidência do STJ e conhecer do agravo
- Negar provimento ao agravo interno
Full Case Text
Judgment text and source record
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