RMS 75101 - DECISAO
O recurso foi negado porque a autoridade apontada como coatora (Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro) mostrou-se ilegitima para figurar no polo passivo na matéria que discute a extensão de pontuação decorrente de anulação de questões, competindo à executora do certame essa análise, e, subsidiariamente, a pretensão estaria fulminada pela decadência em razão de o direito subjetivo haver sido atingido na divulgação do resultado da prova objetiva em 2014, de modo que o mandado de segurança impetrado somente em 2024 foi intempestivo; o indeferimento administrativo posterior não reinicia o prazo decadencial, e as nulidades reconhecidas judicialmente têm eficácia erga omnes...
- Parties
- Impetrante/recorrente: CARLOS EDUARDO DA SILVA CRUZ; Autoridade Coatora/recorrido: SECRETÁRIO DE ESTADO DA POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 June 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Colegiada (negação De Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário
- Legal Topics
- Decadência, Legitimidade Passiva, Mandado De Segurança, Concurso Público, Anulação De Questões, Extensão De Pontuação
Case Brief
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Parties
CARLOS EDUARDO DA SILVA CRUZ
Impetrante/recorrente
SECRETÁRIO DE ESTADO DA POLÍCIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO
Autoridade Coatora/recorrido
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Mandado De Segurança / Decisão Colegiada (negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 decadência para impetração do mandado de segurança
- 2 legitimidade passiva do Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro
- 3 aplicação do item 17.8 do edital do concurso CFSD/2014
Ratio Decidendi
O recurso foi negado porque a autoridade apontada como coatora (Secretário de Estado da Polícia Militar do Rio de Janeiro) mostrou-se ilegitima para figurar no polo passivo na matéria que discute a extensão de pontuação decorrente de anulação de questões, competindo à executora do certame essa análise, e, subsidiariamente, a pretensão estaria fulminada pela decadência em razão de o direito subjetivo haver sido atingido na divulgação do resultado da prova objetiva em 2014, de modo que o mandado de segurança impetrado somente em 2024 foi intempestivo; o indeferimento administrativo posterior não reinicia o prazo decadencial, e as nulidades reconhecidas judicialmente têm eficácia erga omnes...
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário
Orders
- Manter extinção do processo por ilegitimidade da autoridade coatora e, subsidiariamente, por decadência
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
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